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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Juventude Goretiana: Como combater a preguiça espiritual? - A Resposta ...
Juventude Goretiana: Como combater a preguiça espiritual? - A Resposta ...: Como toda doença, antes de se saber como curá-la é preciso identificar as suas causas. O Catecismo da Igreja se refere à preguiça da seguint...
Juventude Goretiana: Não volte atrás com suas palavras
Juventude Goretiana: Não volte atrás com suas palavras: Há relatos de pessoas mais velhas, carregadas de sabedoria e de experiência de vida, que dão conta de um tempo no qual um “fio de bigode” ...
sábado, 5 de janeiro de 2013
UM DEUS ANÔNIMO: LEONARDO BOFF
Um Deus anônimo
26/12/2012
Como homem, Jesus é como todos os homens: um trabalhador, carpinteiro como seu pai, José e um camponês mediterrâneo. Nem super-herói nem um especialmente piedoso que chamasse a atenção.
Era um homem de vila, tão pequena, Nazaré, que nunca é citada em todo o Antigo Testamento, talvez com uns 15 casas, não mais. Participou do destino humilhante de seu povo, subjugado pelas forças de ocupação militar romana. Nenhum documento da época falou dele, fora dos evangelhos. Não era conhecido nas rodas nem de Jerusalém e muito menos de Roma.
Como diz ironicamente o poeta Fernando Pessoa, Jesus não tinha biblioteca e não consta que entendesse de contabilidade. Ele é um anônimo no meio da massa do povo de Israel.
O fato de ter sido a encarnação do Filho de Deus não mudou em nada essa humilde situação. Deus quis se revelar nesse tipo de obscuridade e não apesar dela. E precisamos respeitar e aceitar esse caminho escolhido pelo Altíssimo.
A lição a se tirar é cristalina: qualquer situação, por humílima que seja, é suficientemente boa para encontrar Deus e para acolhermos a sua vinda nos labores cotidianos.
Jesus, disse São Paulo, não se envergonhou de ser nosso irmão. E efetivamente é nosso irmão, não só porque quis se revestir de nossa humanidade, mas é nosso irmão, principalmente por ter participado de nossa vida cotidiana, tediosa, sem brilho e renome, a vida dos anônimos.
Disso tudo tiramos essa singela lição: a vida vale a pena ser vivida assim como é – diuturna, monótona como o trabalho do dia-a-dia – e exigente na paciência de conviver com os outros, ouvi-los, compreendê-los, perdoá-los e amá-los assim como são.
Ele ainda é nosso irmão maior, enquanto dentro desta vida de luz e de sombra, viveu tão radicalmente sua humanidade a ponto de trazer Deus para dentro dela, um Deus próximo, companheiro de caminhada, energia escondida que não nos deixa desesperar face aos absurdos do mundo.
Por isso, precisamos, a despeito de tantos pensadores desesperados e céticos reafirmar: o Cristianismo não anuncia a morte de Deus. E, sim, a humanidade, a benevolência, a jovialidade e o amor incondicional de Deus. Um Deus vivo, criança que chora e ri e que nos revela a eterna juventude da vida humana perpassada pela divina.
Leonardo Boff
Semana do Natal, 26/12/2012.
26/12/2012
Como homem, Jesus é como todos os homens: um trabalhador, carpinteiro como seu pai, José e um camponês mediterrâneo. Nem super-herói nem um especialmente piedoso que chamasse a atenção.
Era um homem de vila, tão pequena, Nazaré, que nunca é citada em todo o Antigo Testamento, talvez com uns 15 casas, não mais. Participou do destino humilhante de seu povo, subjugado pelas forças de ocupação militar romana. Nenhum documento da época falou dele, fora dos evangelhos. Não era conhecido nas rodas nem de Jerusalém e muito menos de Roma.
Como diz ironicamente o poeta Fernando Pessoa, Jesus não tinha biblioteca e não consta que entendesse de contabilidade. Ele é um anônimo no meio da massa do povo de Israel.
O fato de ter sido a encarnação do Filho de Deus não mudou em nada essa humilde situação. Deus quis se revelar nesse tipo de obscuridade e não apesar dela. E precisamos respeitar e aceitar esse caminho escolhido pelo Altíssimo.
A lição a se tirar é cristalina: qualquer situação, por humílima que seja, é suficientemente boa para encontrar Deus e para acolhermos a sua vinda nos labores cotidianos.
Jesus, disse São Paulo, não se envergonhou de ser nosso irmão. E efetivamente é nosso irmão, não só porque quis se revestir de nossa humanidade, mas é nosso irmão, principalmente por ter participado de nossa vida cotidiana, tediosa, sem brilho e renome, a vida dos anônimos.
Disso tudo tiramos essa singela lição: a vida vale a pena ser vivida assim como é – diuturna, monótona como o trabalho do dia-a-dia – e exigente na paciência de conviver com os outros, ouvi-los, compreendê-los, perdoá-los e amá-los assim como são.
Ele ainda é nosso irmão maior, enquanto dentro desta vida de luz e de sombra, viveu tão radicalmente sua humanidade a ponto de trazer Deus para dentro dela, um Deus próximo, companheiro de caminhada, energia escondida que não nos deixa desesperar face aos absurdos do mundo.
Por isso, precisamos, a despeito de tantos pensadores desesperados e céticos reafirmar: o Cristianismo não anuncia a morte de Deus. E, sim, a humanidade, a benevolência, a jovialidade e o amor incondicional de Deus. Um Deus vivo, criança que chora e ri e que nos revela a eterna juventude da vida humana perpassada pela divina.
Leonardo Boff
Semana do Natal, 26/12/2012.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
VERSOS QUE EU NUNCA VI.
Versos que eu nunca vi
por Marcus Grodi
Uma
das experiências mais comuns dos Protestantes convertidos a Igreja
Católica é a de descobrir os versos “Nunca visto”. Mesmo após anos
estudando, pregando e ensinando a Bíblia, às vezes de capa a capa, de
repente um verso “Nunca visto” aparece como por um passe de mágica e
acontece um “Ah!?”, como se a mente se abrisse, uma mensagem que muda a
vida espiritual toda “despenca”! Às vezes somente a constatação de uma
alternativa, um significado mais claro de um verso conhecido, mas muitas
vezes, com alguns dos versos mencionados abaixo, eles literalmente
aparecem como se algum Católico tivesse sorrateiramente colocado aquele
verso ali no texto de algum jeito durante a noite!
A
lista destes surpreendentes versos é sem fim, depende especialmente da
tradição religiosa do convertido, mas a seguir estão alguns versos chave
que mudaram a direção do meu coração em direção de volta para casa.
Este artigo é uma reedição do tópico que escrevi em 31 de Julho de 2006 e
que foi ao ar no programa “The Journey Home” (A jornada para casa) pela
rede EWTN de TV.
1. Provérbios 3, 5-6
Que teu coração deposite toda a sua confiança no Senhor! Não te firmes em tua própria sabedoria! Sejam quais forem os teus caminhos, pensa nele, e ele aplainará tuas sendas.
Desde que eu tive meu novo despertar
(leia-se experiência de “Nascer de novo”) na idade de 21 anos, este
provérbio tem sido meu “verso de vida”. Ele tornou-se um verdadeiro guia
para todos os aspectos de minha vida e ministério, mas então durante
meus nove anos como pastor presbiteriano, eu me tornei desesperadamente
frustrado pela confusão do protestantismo. Eu amava Jesus e acreditava
que a Palavra de Deus era a única digno de confiança e infalível regra
de fé. Assim como vários dos não pastores presbiterianos e leigos que eu
conhecia: Metodistas, Batistas, Luteranos, Pentecostais,
Congregacionistas, etc., etc., etc... O problema era que nós todos
terminávamos com diferentes conclusões, muitas vezes radicalmente
diferentes a partir dos mesmos versos. Como fica então “Confie no Senhor
com todo o seu coração”? Como você pode ter certeza que você não está
“inclinando-se para seu próprio entendimento”? Nós todos temos
diferentes opiniões e listas de exigências. Um verso que eu sempre
confiei de repente se torna nebuloso, imensurável e inatingível.
2. I Timóteo 3, 14-15
Escrevo-te estas coisas, embora espere ir logo ter contigo. Caso, porém, eu demore, já estarás sabendo como deves proceder na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e fundamento da verdade.
Scott Hahn empurrou-me este ai sobre mim.
“Então Marc, qual é a coluna e fundamento da verdade?” Eu respondi “A
Bíblia claro.” “É mesmo? Mas o que a Bíblia diz?” “O que você quer
dizer?” Quando ele me disse para dar uma olhada nestes versos, isso foi
como se eles tivessem de repente aparecido do nada, fiquei com o queixo
caído. A Igreja!? Não é a Bíblia? Isso sozinho mexeu com minha mente e
essencialmente minha vida inteira; a questão de qual Igreja era essa era
uma que eu não estava pronto para abordar.
3. II Timóteo 3, 14-17
Quanto a ti, permanece firme naquilo que aprendeste e aceitaste como verdade. E sabes de quem o aprendeste! Desde criança conheces as Escrituras Sagradas. Elas têm o poder de te comunicar a sabedoria que conduz à salvação pela fé no Cristo Jesus. Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça. Assim, a pessoa que é de Deus estará capacitada e bem preparada para toda boa obra.
Versos 16-17 sempre foram os textos que
eu e outros nos voltávamos para afirmar nossa crença na Sola Scriptura,
então por isso rapidamente voltei minha atenção para eles. Entre várias
coisas, três coisas importantes tornaram-se muito claras pela primeira
vez: (1) Quando Paulo usava o termo “Escritura” nestes versos, ele podia
simplesmente falando sobre o que nós chamamos de Velho Testamento. O
Cânon do Novo Testamento não seria estabelecido pelos próximos 300 anos!
(2) “Toda” escritura não quer dizer “somente” a escritura nem
especificamente o que nós temos em nossas bíblias modernas. E (3), a
ênfase no contexto dos versos (versos 14-15) é a confiabilidade da
tradição oral que Timóteo tinha recebido de sua mãe e de outros, não
somente Sola Scriptura!
4. II Tessalonicenses 2, 15
Portanto, irmãos, ficai firmes e guardai cuidadosamente os ensinamentos que vos transmitimos, de viva voz ou por carta.
Esta foi outra “palavra difícil de lidar”
Scott simplesmente jogou estes versos no meu colo. As tradições (me
atrevo a dizer, tradições) que estes primeiros Cristãos não somente se
agarravam as cartas escritas e evangelhos que iriam eventualmente se
tornar o Novo Testamento, mas a tradição oral. E ainda muito mais
significante, o contexto das cartas de Paulo indicam que isso era normal
dele, o modo preferido de passar adiante “o que ele tinha recebido” era
oralmente; suas cartas escritas foram acidentais, algumas vezes sem
planejar, lidando com problemas imediatos – deixando sem ser dito muita
coisa do que ele tinha aprendido por meio do ensino oral.
5. Mateus 16, 13-19
Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou aos discípulos: “Quem é que as pessoas dizem ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros ainda, Jeremias ou algum dos profetas”. “E vós”, retomou Jesus, “quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Jesus então declarou: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi carne e sangue quem te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso, eu te digo: tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e as forças do Inferno não poderão vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.
Tem tanta coisa para discutir nestes
versos, tanta coisa que eu nunca vi antes. Eu sempre soube que os
Católicos usavam isto para discutir sobre a autoridade Petrina, mas eu
não estava convencido. Por ingênua ignorância, as palavras em Inglês
“Pedro” e “Rocha” (em português ainda temos a palavra “Pedra”) são tão
diferentes que é obvio que Jesus estava se referindo a fé que Simão
Pedro tinha recebido como um presente do Pai. Para os mais estudiosos
estudantes seminaristas de educação bíblica, como eu mesmo, eu sabia que
atrás do Inglês havia o Grego, onde alguém descobriu que Pedro é a
tradução de petros, significa pedrinha, e pedra é a tradução de petra,
pedra grande. Outra vez uma obvia falta de ligação, por isso por anos eu
acreditava e ensinava especificamente contra a autoridade Petrina.
Então, através da leitura do maravilhoso livro de Karl Keating,
Catolicismo e Fundamentalismo, eu descobri as implicações de uma coisa
que eu sabia todo este tempo: por trás do grego estava o Aramaico que
Jesus originalmente falava, e cujas palavras de Pedro e Rocha eram
idênticas – kepha. Uma vez que eu vi que Jesus tinha dito essencialmente
“Você é kepha e eu irei construir minha Igreja sobre esta kepha. Eu
sabia que eu estava com problemas.
6. Apocalipse 14, 13
Ouvi, então, uma voz vinda do céu, que dizia: “Escreve: Ditosos os mortos, os que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, que eles descansem de suas fadigas, pois suas obras os acompanham.”
Por anos, como um pregador Calvinista, eu
recitei este verso em cada funeral. Eu acreditava e ensinava sola fide
(somente a fé) e não levava em conta as obras no processo de nossa
salvação. Mas então, depois do meu último funeral servindo como
ministro, um membro da família do defunto me encurralou. Ele perguntou
me, com a voz estremecida “O que você quis dizer com as obras de Bill o
acompanhavam” eu não me lembro qual foi minha resposta, mas esta foi a
primeira vez que eu tomei consciência do que eu tinha dito. Isto foi o
inicio de um longo estudo sobre o que o Novo Testamento e em seguida os
Padres da Igreja ensinavam sobre a misteriosa, mas necessária sinérgica
conexão entre nossa fé e nossas obras.
7. Romanos 10, 14-15
Porém, como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?
Eu sempre usei estes versos para defender
a importância principal de pregar e porque eu, por esta razão, tinha
desistido de minha carreira como engenheiro pelo seminário e o grande
privilégio que é tornar-se um pregador do Evangelho. Eu nunca tinha me
importado com a ultima frase sobre a necessidade se ser “enviado”,
porque eu podia apontar para minha ordenação onde um grupo de ministros
locais, presbíteros, diáconos e leigos impuseram suas mãos sobre minha
cabeça suada enviando-me no Nome de Jesus. Mas então, em primeiro lugar
através da leitura da historia e dos escritos dos Padres da Igreja e
segundo da releitura das escrituras desta vez dentro do contexto das
Cartas de Paulo, eu percebi que Paulo enfatizava a necessidade de ser
“enviado” porque o que levou o a escreve suas cartas foi combater o
negativo e heréticas influencias de se autonomear como falso mestre. Eu
nunca tinha pensado em mim como um falso mestre, mas com que autoridade
estas pessoas tinham me enviado? Quem enviou elas? Por isso tudo eu
percebi a importancia da sucessão Apostólica (daqueles que haviam sido
enviados).
8. Joao 15, 4 e 6, 56
Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
O livro da bíblia que eu mais pregava era o Evangelho de João e seção
de João 15 era a que eu mais me atia, a analogia da videira e dos ramos.
Eu bombardeava minha congregação com a necessidade de “esperar” ou
“permanecer” em Cristo. Mas o que isso significa? Eu sempre tinha uma
resposta, mas quanto eu vi “pela primeira vez” o único verso onde Jesus
define claramente o que nós devemos fazer para permanecer Nele, eu
fiquei chocado. “Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue
permanece em mim e eu nele”. Isto levou me a estudar um barco lotado de
versos em João 6 “Eu nunca tinha visto antes”, e no final, quando isso
aconteceu eu aceitei Jesus em Sua palavra na Eucaristia, Eu só tinha uma
resposta: “Para onde mais podemos nós ir? Só tu tem palavras de vida
eterna”.
9. Colossenses 1, 24
Alegro-me nos sofrimentos que tenho suportado por vós e completo, na minha carne, o que falta às tribulações de Cristo em favor do seu Corpo que é a Igreja.
Eu não sei se eu propositadamente evitei
esta passagem ou simplesmente cego ele me passou despercebido, mas pelos
primeiros 40 anos de minha vida eu nunca tinha visto este verso e para
ser honesto, quando eu finalmente o vi, eu ainda não sabia o que fazer
com ele. Nada em minha experiência com Luteranos, Congregacionistas ou
Presbiterianos me ajudaram a entender como eu ou qualquer um poderia de
regozijar no sofrimento e especialmente porque era necessário algo
completar o sofrimento de Cristo: nada esta faltando! O sofrimento de
Cristo, morte e ressurreição eram suficientes e completos. Dizer algo
menos que isso era atacar a total onipotência da graça soberana de Deus.
Mas então novamente foi o apostolo Paulo falando infalivelmente nas
infalíveis Escrituras que nós devíamos imita-lo como ele imitou Jesus.
Isto me levou a ler a Encíclica do Papa João Paulo II sobre o
significado do sofrimento para abrir meus olhos para a misteriosa beleza
do redentor sofrimento.
10. Lucas 1, 46-49
E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.
Por último o mais difícil obstáculo de se
superar para muitos protestantes convertidos: a nossa Mãe Maria
Santíssima. A maior parte da minha vida, o único lugar que Maria entrou
em cena foi no Natal, e ouso dizer, como uma estátua! Mas nunca me
referi a ela como "Bem-aventurada". Todavia, a Escritura diz que todas
as gerações a chamarão bem-aventurada. Porque não eu? Isso me levou a
ver outros versos, pela primeira vez, incluindo João 17, onde a partir
da cruz, Jesus dá sua mãe para que João cuidasse dela, ao invés de
qualquer um dos seus supostos irmãos, e pela graça foi que eu comecei,
na imitação do meu Senhor e Salvador e eterno irmão Jesus a
reconhecê-la, também, como minha mãe amorosa.
The Coming Home Network International PO Box 8290, Zanesville, OH 43702 (740) 450-1175 www.chnetwork.org
Texto traduzido por: Cezar Martins Fiorio
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
NOVA ESCOLA EM ÁGUAS LINDAS.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
16ª escola entregue pelo Prefeito Helder Barbalho
Os moradores
do bairro de Águas Lindas receberam, na manhã de hoje, uma nova Escola
Municipal. A Escola Belo Saber Ananin vai atender 360 estudantes do ensino
fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e foi criada a partir de uma
parceria entre a Associação de Moradores do Conjunto Habitacional Júlia Seffer
(Achajus) e a Prefeitura de Ananindeua. Em oito anos de mandato, essa foi a 16ª escola
entregue pelo Prefeito Helder Barbalho, e até o final de 2012, mais cinco
Centros de Referência em Educação Infantil serão inaugurados. “Nós entendemos
que por meio da educação é possível melhorar, também, a qualidade de vida da
população. Por isso, me sinto extremamente feliz em poder estar inaugurando mais
uma unidade de ensino, de qualidade”, afirmou Helder
Barbalho.
PARÁ DEDUZ PLANTAÇÃO DE SOJA.
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Pará reduz em 31% o plantio de soja em áreas desmatadas
Por outro lado, plantio aumentou no Brasil, mesmo com boicote a empresas
26/10/2012 - 15:09 - Amazônia
A renovação da Moratória da Soja, uma iniciativa de empresas
exportadores e organizações da sociedade civil para boicotar a soja
produzida em áreas de novos desmatamentos na Amazônia, apresentou, nesta
sexta-feira (26), novos números do plantio do grão e o Pará está na
contra-mão do que foi registrado como parâmetro do Brasil.
Enquanto o país segue com um crescimento de 57% no plantio em terras de
novos desmatamentos, saltando de 11,69 mil hectares da safra de
2010/2011 para 18,41 mil hectares do ciclo 2011/2012, os paraenses
conseguiram reter esta prática e promoveram a redução de 31%, saindo de
4,14 mil hectares em 2010/2011 para 2,86 mil hectares em 2011/2012.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, falou sobre os
resultados e declarou: 'A moratória mostra que é possível aumentar a
produção de soja no Brasil sem impactar o meio ambiente. Em cinco anos,
temos a menor taxa de desmatamento da Amazônia e a maior produção da
oleaginosa. O que acontece é que temos que eliminar, na base, aqueles
que não querem cumprir a lei'.
Para o Greenpeace, apesar de ser alto e acender uma 'luz amarela', o
aumento da atual safra brasileira foi menor do que os 85% registrados no
período anterior (2010/2011 comparado a 2009/2010).
Assinada pela primeira vez em 2006 e repactuada ano a ano, a moratória
foi renovada até 31 de janeiro de 2014. O pacto impõe desmatamento zero
na produção de soja na Amazônia. Isso significa que nenhuma das 24
principais empresas comercializadoras do grão - que representam 90% do
mercado de soja no país - pode comprar o produto de fornecedores na
Amazônia que tenham desmatado após 2006.
A Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais)
ressalta que apenas 2,1 milhões de um total de 25 milhões de hectares
cultivados de soja estão no bioma Amazônia. Dessa área, apenas 0,41%
está em terras de desmatamento ilegal. Esses dados, de acordo a
associação, indicam que a soja não é um vetor importante de
desflorestamento nesse bioma. Ainda segundo a Abiove, a soja produzida
em área ilegal não representa uma quantidade significativa para a
exportação brasileira.
De acordo com o presidente da Abiove, Carlo Lovatelli, o acordo conferiu
maior credibilidade ao Brasil no mercado internacional, principalmente o
europeu, um dos maiores compradores do produto. 'Aumentou a qualidade
das vendas, o europeu, o maior juiz desse processo, o mais exigente,
entendeu que a gente tem competência e interesse de fazer direito. Nos
deram a chance e provamos. Esse é o maior sucesso da moratória.'
Redação Portal ORM, com informações da Agência Brasil
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