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terça-feira, 10 de julho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
George Castro: Missa não é Opereta
George Castro: Missa não é Opereta: Opera é um teatro todo cantado. Opereta, um teatro declamado, falado e cantado. Pode haver danças no meio. É mais ou menos isso! Os d...
NÃO À MANIPULAÇÃO DA SANTA MISSA!
Não à manipulação da Santa Missa!
Estou cansado de ter que procurar uma Santa Missa, com dignidade e sem modas, como uma agulha no palheiro. Parece até uma sina: onde chego, logo na porta principal da Igreja já está o cartaz com o convite para a “Missa de Cura e Libertação”, com Padre Fulano de Tal… ou pior ainda, quando olho para o outro lado do mural, está agendada a “Missa Sertaneja”; no grupo de oração da semana que vem, “Missa Carismática”… (ah, se Padre Pio ainda vivesse para ouvir o que fizeram com os ‘grupos de oração’…).
Por outro lado, quando encontro algumas pessoas que costumam assistir a Santa Missa em sua forma extraordinária ou, vulgarmente chamada de “Tridentina”, chamam-na de “Missa de Sempre”. É que não tenho a pele branca para ver quão vermelho de irritação eu fico quando ouço certos “jargões”.
“Missa de Cura e Libertação”, “Missa Sertaneja”, “Missa Carismática”, “Missa de Sempre”… a que ponto chegamos! Manipular o único e eterno memorial do Sacrifício do Calvário… quanto desgosto sinto! Acredito que seja o mesmo que muitos, quando têm que aturar padres (e alguns até ‘muito bem preparados’, academicamente), falando abobrinhas sentimentais…
Foi-se o tempo em que o início da Santa Missa era feito pelo Padre e não pelos cantores; foi-se o tempo em que o ato penitencial levava a uma contrição autêntica; foi-se o tempo em que o glória era um louvor ao Pai e ao Cordeiro e não um “hino trinitário”; foi-se o tempo em que o salmo era responsorial e não de “meditação”; foi-se o tempo em que a homilia era o momento de catequese; foi-se o tempo em que o canto do Sanctus proclamava, já antecipadamente, a vinda escatológica Do que vem em nome do Senhor; foi-se o tempo em que, após a consagração, era o momento de olhar o Senhor e adorá-lo e não cantar ou bater palmas, e que apenas ‘quem falava eram os sinos’; foi-se o tempo em que a comunhão era de joelhos e na boca; foi-se o tempo em que se guardava silêncio, mesmo que breve, após a comunhão… enfim, foi-se o tempo de tantas coisas… e estas “tantas coisas” geraram Santos, verdadeiros homens de fé e uma fé madura, não infantilizada, à estatura de NSJC.
É certo que a Palavra de Deus é viva e eficaz e que nos toca ao coração. Mas não se trata de banalizar ou denigrir o seu valor. Ela é cortante e penetra o íntimo das nossas almas. A grande questão é o desvio de foco. Se hoje temos concepções de “Missas” como essas, é devido ao subjetivismo de tantos padres, ou seja, eles desviam o foco de NSJC e levam-no para si.
Também é certo que o sacerdote age in persona Christi, mas ele deve se re-cordar (= trazer ao coração) sempre o exemplo do Senhor Jesus Cristo que, “embora sendo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens… Por isso, Deus o exaltou soberanamente…” (Fl 2,6-7.9).
Mas, o que realmente me deixa consternado é a manipulação da Santa Missa para os gostos pessoais e intimistas de cada padre… E nem adianta dizer que é o povo quem quer assim.
Errado! Todo sacerdote (ou presbítero, como queiram chamar), recebeu uma formação específica da Santa Igreja Católica Apostólica e Romana. Ora, se assim o é, então, deve obedecer, como prometeram no dia da sua ordenação a tudo o que está escrito e não transgredir ou inventar ou, pior ainda, modificar, sem poder algum para tal coisa. O povo recebe o que o padre dá.
Penso que o dever primeiro de cada sacerdote é a salvação e cura das almas, a começar da sua própria. E rezo para que cada qual tenha consciência do que faz e que temam o juízo. De fato, constato que muitos já não têm mesmo medo da condenação eterna e se afugentam na historinha: ah, o céu ou inferno é aqui e agora…
Que Deus lhos perdoe por tanta insanidade e falta de fé. Esta sim é a grande “crise” pela qual muitos deveriam passar. Mas apenas o fazem no sentido mais fraco do termo, que seja, modificação e não no sentido real da palavra, de ‘purificação’. Sim, é necessária uma grande purificação dos pensamentos, palavras, atos e até de omissões!
Acredito que muitos dos que lêem o que escrevo fazem apenas com o intuito de criticar ao final das leituras; mas se pararem para “pensar”, isto é, avaliar onde está o ‘peso’ real das coisas, hão de concordar que os erros não estão em quem lhos constatam; antes, estão nos que são os sujeitos das situações, no caso, dos Padres em relação às concepções da Santa Missa.
Concluindo esta breve conversa, dirijo-me aos “Ministros do Divino Altar”. Se tiverem consciência de que cada um é realmente “um outro Cristo nesta terra”, começarão a executar os seus ofícios com um gostinho de céu, como uma antecipação já aqui e agora do Reino que pregamos e anunciamos. Espero que ao ensinarem as ovelhas confiadas a cada um, quando falarem em “Missa de Cura e Libertação”, “Missa Sertaneja”, “Missa Carismática”, “Missa de Sempre”, façam com a consciência de que em cada denominação errônea dessas, ainda assim, não desviem o foco: NSJC!
Frei Angelo Bernardo. OMin.
freiangelobernardo@hotmail.com
segunda-feira, 25 de junho de 2012
PADRE CORAJOSO.
Padre CORAJOSO
O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a
retirada dos símbolos religiosos das repartições públicas.
Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva.
Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de
São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições
públicas…
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A
Cruz deve ser retirada!
Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm
menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas
e compradas.
Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é
a moeda mais forte.
Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde
os pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais,
onde pessoas pobres morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não
abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das
misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos
favorecidos.
Frade Demetrius dos Santos Silva.
* São Paulo/SP
CORAGEM É CORAGEM...
O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a
retirada dos símbolos religiosos das repartições públicas.
Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva.
Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de
São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições
públicas…
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A
Cruz deve ser retirada!
Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm
menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas
e compradas.
Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é
a moeda mais forte.
Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde
os pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais,
onde pessoas pobres morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não
abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das
misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos
favorecidos.
Frade Demetrius dos Santos Silva.
* São Paulo/SP
CORAGEM É CORAGEM...
Fonte:Verdades são verdades...
BATIZADOS, NÃO CONVERTIDOS...
Batizados, não convertidos...
"A maioria dos católicos batizados,
nascidos num país cristão são, como adultos, verdadeiros catecúmenos". (CT 44).
Católicos batizados, verdadeiros
catecúmenos! Isso quer dizer que não assumiram seu batismo, não fizeram a experiência
com o ressuscitado, se comportam como verdadeiros catecúmenos. Acontecia
naquela época e ainda hoje. Por catecúmenos entendemos aqueles
que não foram batizados. Catecumenato,
essa palavra de origem grega, quer dizer: "lugar onde ressoa alguma mensagem".
Seria então esse tempo de preparação, de amadurecimento na fé.
Nos primeiros séculos da Igreja, quem
desejava se tornar um cristão era admitido ao catecumenato, que começava sempre com
o querigma, e logo depois, uma catequese completa, antes dos Sacramentos da
Iniciação Cristã. Ao longo do tempo, isso foi-se perdendo.
Voltemos às fontes... Seria bom se o
itinerário catequético acontecesse de forma sistemática, organizada, de modo
que os catequizandos, independente da idade, amadurecessem de fato na fé e isso
de livre escolha, porque amam e querem seguir a Cristo. A verdadeira felicidade
consiste nisso, nesse encontro, nesse caminhar ao lado, nessa partilha de dons
na comunidade (vamos repetindo isso, até que fique gravado no coração que essa é a meta com a catequese)
Quando a Igreja nos pede que priorize
os adultos, ela “grita” com razão, pois em muitos lugares não se tem organizado um
trabalho para a INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ COM ADULTOS, alimentando ainda a idéia
de que catequese é coisa de criança.
Concordo plenamente com a “prioridade”
da iniciação Cristã com adultos, mas creio firmemente num trabalho consciente,
maduro com nossos pequenos, adolescentes e jovens, tendo em vista que serão os
adultos de amanhã. Esperamos em Deus que se tornem adultos cristãos, batizados, evangelizados,
conscientes. Isso é o que queremos, por isso estamos na luta do resgate da
maneira de formar cristãos dos primeiros séculos.
Agora, quer evangelizar os adultos?
Aproxime e acompanhe o itinerário da
iniciação cristã que começa na idade infantil, indo até a juventude. Lá se
concentra o maior número de adultos batizados, não convertidos. Basta organizar
um trabalho de evangelização com essas famílias. É gratificante, quando
percebemos famílias inteiras sendo despertas, participando da comunidade,
buscando a catequese com adultos, durante a caminhada catequética do filho.
O DNC nos orienta que toda diocese
deveria ter um projeto catequético que acompanhe as pessoas desde a infância até a idade avançada, com uma adequada integração entre as
diversas etapas da caminhada da fé. Que priorize a educação da fé com
adultos, oferecendo-lhes acompanhamento e aprofundamento da fé, respostas ás
suas inquietações, indicações para a vivência familiar, profissional e o
engajamento na vida eclesial e que o RICA seja conhecido e vivenciado nas
comunidades e inspire todas as
modalidades de catequese. (DNC 312)
Imaculada
Cintra - Catequista e Iniciação à vida Cristã
sexta-feira, 22 de junho de 2012
O CUIDADO DA IGREJA COM OS NECESSITADOS.
O
CUIDADO DA IGREJA COM OS NECESSITADOS
A pessoa
humana precisa ser encarada como “imagem
e semelhança de Deus”, o que não acontece num mundo frio, individualista e
de pessoas com o “coração duro” em que vivemos, onde o ser humano tornou-se
elemento descartável.
A sociedade
precisa reaprender acerca do valor da pessoa humana e vê-la do mesmo modo em
que é tratada por Deus na Bíblia, lembrando-nos de que o maio mandamento não é
apenas: “amarás a Deus de todo o teu
coração”, mas, conforme Jesus afirmou, inclui conjuntamente: “amarás ao próximo como a ti mesmo”
(Mt.22,38-40).
Uma das funções
da Igreja (TODOS NÓS SOMOS IGREJA POR
FORÇA DO NOSSO BATISMO) é ser comunidade onde as pessoas sejam acolhidas,
tratadas, curadas e se tornem prontas para ajudar outras pessoas “feridas” pela
vida.
Barnabé é um
dos nomes mais expressivos no Novo Testamento quanto ao compromisso com a
missão de encorajamento, consolo e cura (At.9,26-27; 15,36-39).
Alguém já
disse que “nós somos o único exército que
abandona os seus feridos”.
Talvez isso
seja uma verdade vivida por muitos na Igreja que neste momento sentem-se
magoados, aflitos, feridos, decepcionados, incompreendidos, frustrados,
confusos, vencidos, etc. e que não estão encontrando na Igreja a dimensão da “terapia
espiritual e emocional”.
A igreja,
enquanto comunidade “terapêutica” precisa entender que ninguém está isento de
conflitos interiores, sofrimento emocional ou crises devido a problemas e
adversidades.
A igreja necessita
ser a encarnação da solidariedade e do amor de Jesus, levando ao mundo a sua
proposta de paz (Jo.16,33).
A igreja
precisa despertar para o fato de que diante de problemas e dificuldades o
cristão, o crente deve estar ciente que Deus o ama: Deus nos ama apesar do que
somos.
O Senhor
pode tomar em suas mãos vidas derrotadas e estragadas e, com o seu toque
restaurador, transformá-las em vidas que o homem expresse a sua alegria.
Quantas em
nossa igreja estão derrotadas, vencidos pelo pecado, fracos e frios. Portanto,
a igreja precisa fazer todo o possível para que os que sofrem saibam que o
Senhor os ama e quer fazer deles um “vaso novo” para a sua honra, restaurando
as suas vidas.
Precisamos
como igreja que somos buscar estimular o desenvolvimento da personalidade e
ajudar os indivíduos a enfrentarem mais eficazmente os problemas da vida, os
conflitos íntimos e as emoções prejudiciais: prover o encorajamento e
orientação para aqueles que tenham perdido algum ente querido ou estejam
sofrendo uma decepção e para assistir as pessoas cujo padrão de vida lhes cause
frustração e infelicidade.
A igreja
deve ser uma comunidade de cura emocional. Se não o estamos sendo, que possamos
ainda hoje, caminhar nesta direção e que em nossa igreja Deus levante
conselheiros capazes de ajudar seus irmãos filhos de Deus.
Diácono Luiz
Gonzaga – Arquidiocese de Belém/Pa.
diaconoluizgonzaga@gmail.com
RELATIVISMO RELIGIOSO.
Relativismo Religioso
Certamente,
caro leitor, em algum momento você já ouviu falar em relativismo
religioso.
Talvez não tenha tido interesse pelo assunto por pensar que
isto não tem relação alguma com sua vida cotidiana.
O fato é que o
relativismo e, sobretudo o relativismo religioso constitui um sério
problema nos nossos tempos; muitos, inocentemente, se deixam levar e
influenciar por ele.
Por
relativismo entende-se a negação da verdade absoluta e perene. O
relativismo é uma corrente de pensamento que já existe desde a
antiguidade, basta lembrar o filósofo Protágoras de Abdera (nascido
entre 491 e 481 a.C), considerado como o fundador do relativismo
ocidental, que afirmava: “o homem é a medida de todas as coisas, das que são por aquilo que são e das que não são por aquilo que não são”.
Em última análise o homem é o próprio critério da verdade. O problema
do relativismo atinge as várias dimensões da vida humana: moral, ética,
religiosa, política, social etc.
O
então cardeal Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI, em sua homilia
proferida na Santa Missa de abertura do Conclave (18 de abril de 2005),
fez a seguinte afirmação: “Quantos
ventos de doutrina viemos a conhecer nestes últimos decênios, quantas
correntes ideológicas, quantas modalidades de pensar…! [...] O ter uma
fé clara, segundo o Credo da Igreja, é muitas vezes rotulado como
fundamentalismo. Entrementes o relativismo ou o deixar-se levar para cá e
para lá por qualquer vento de doutrina aparece como orientação única à
altura dos tempos atuais. Constitui-se assim uma ditadura do
relativismo, que nada reconhece de definitivo e deixa como último
critério o próprio eu e suas veleidades”. Em minha opinião, esta colocação do Papa sintetiza a problemática do relativismo religioso.
Muitos
irmãos católicos, enfraquecidos na fé tem se deixado levar pelos ventos
de doutrina que constantemente sopram nos céus da história e enganados
pela esperteza dos homens tem abandonado a sã doutrina e abraçado
doutrinas estranhas à fé cristã. Muitos pensam que ser católico e também
ter outras crenças, freqüentar outros ambientes de “fé” é algo normal e
muito bom. Uns chegam a afirmar: “Ah! Vou a todo canto que fala de
Deus!”. Parece que já não há critério de discernimento e nesse caso a fé
católica reduz-se a mais uma verdade e mais um credo em meio a tantos
outros e isso é gravíssimo!
Há
uma grande confusão, pois muitos têm anunciado Jesus, mas anunciam um
Jesus distorcido, que não é o que a Igreja anuncia por XX séculos de
história, criando dessa forma várias figuras de Jesus. Na verdade
anunciam um Jesus que se adéqua às necessidades e anseios de cada
pessoa. Nesse sentido a fé se torna algo muito subjetivo e intimista; é
uma fé de conveniências. Muitos que se dizem católicos seguem a doutrina
de seitas que estão alicerçadas no misticismo, no esoterismo, na nova
era, na evocação dos mortos, em filosofias orientais com muita
naturalidade. O Santo Padre ao falar aos bispos do Regional NE-3, por
ocasião da visita ad limina, sublinhava
que os batizados não estavam sendo suficientemente evangelizados e pela
falta de uma fé sólida se deixam enganar por tantas “verdades” que
estão por aí (10 de setembro de 2010).
É
um imperativo a todos nós aprofundar nossa fé, ter uma vivência cristã e
acreditar naquilo que a Igreja ensina, só assim caminharemos no caminho
da verdade plena que é Cristo Jesus. Que a breve exposição desse tema,
que a meu ver é muito delicado e importante para os nossos dias, tenha
ajudado você, caro leitor, a compreender que a sã doutrina não se
encontra por aí em qualquer beco de esquina, mas na Igreja de Cristo.
Encerro essa reflexão citando as palavras do nosso saudoso D. Estevão
Bettencourt, osb: “A Igreja sabe
que a Palavra de Deus revela com veracidade quem é Deus e qual o seu
plano de salvação. [...] Ao proclamar a verdade absoluta, a Igreja não
ignora a influência, às vezes prejudicial, das culturas na formulação
dos juízos religiosos e éticos de cada indivíduo, mas os católicos crêem
que esses possíveis obstáculos e desvios podem ser corrigidos pela
insistência de quem procura sinceramente” (Revista Pergunte e Responderemos, nº 531, ano 2006, p. 394 – disponível em: http:// www.presbiteros.com.br/site/o-que-e-o-relativismo/).
Seminarista Felipe Costa Silva
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