quinta-feira, 21 de junho de 2012

GOOGLE E IMAZON VÃO MONITORAR DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA.

Google e Imazon vão monitorar desmatamento na Amazônia.      PDF Imprimir E-mail
Postado por Ronaldo Brasiliense    
Qua, 20 de Junho de 2012 15:26         

Os alertas de desmatamento e de degradação florestal do próximo Boletim Transparência Florestal do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) serão gerados na plataforma Google Earth Engine (EE). Batizado de SAD-EE, o novo sistema, vem sendo desenvolvido há quase dois anos em colaboração com a Google. Em janeiro de 2012, entrou em fase final de testes, concluída recentemente.

Segundo o Imazon, as vantagens do SAD-EE são várias. Os dados e as ferramentas de processamento de imagens de satélites, edição de mapas digitais e validação do mapeamento estão disponibilizadas e rodam nas nuvens de computadores da Google. Isso tem permitido a redução do tempo para pré-processamento, análise e divulgação dos dados, podendo chegar até 50% do tempo para gerar os alertas.
Outra vantagem do SAD-EE é que ele permite a integração com sistemas de comunicação móvel (smartphones, tablets, por exemplo) e com a rede de computadores da internet. Isso vai facilitar o acesso dos alertas de desmatamento e de degradação florestal por parte dos usuários finais.
Os usuários poderão fornecer dados e informações coletadas em campo em tempo real. Dessa forma, o SAD-EE tem um enorme potencial para ser contribuir com uma plataforma integrada de monitoramento colaborativo.
A última vantagem do SAD EE citada pelo Imazon é permitir que todas essas tecnologias e dados de satélites estejam disponíveis à instituições de outros países, possibilitando o monitoramento em escala global. A ONG, com sede em Belém (PA), acredita que o SAD EE vai revolucionar a forma que monitoramos as nossas florestas.
Um vídeo produzido pela Google Outreach apresenta o trabalho de monitoramento do desmatamento na Amazônia realizado pelo Imazon. O pesquisador Carlos Souza Jr. fala sobre o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) Operacional na plataforma Google Earth Engine.
Fonte: Terra Magazine

GISELE BUNDCHEN GRAVA COMERCIAL EM BELÉM.


19/06/2012 23h16 - Atualizado em 20/06/2012 09h28

Gisele Bündchen grava comercial em Belém, no Pará

Carisma da modelo impressionou os paraenses.
Cores de casarões e rio foram as impressões que marcaram a top model.

Do G1 PA
Baía de Guajará foi cenário escolhido para novo comercial da modelo (Foto: Reprodução/TV Liberal)Baía de Guajará foi cenário escolhido para novo comercial da modelo (Foto: Reprodução/TV Liberal)
A top model mais bem paga do mundo, Gisele Bündchen, visitou Belém (PA) pela primeira vez nesta terça-feira (19). A Estação das Docas, um dos pontos turísticos da cidade, foi escolhida para ser cenário de um comercial que mostra como a população brasileira se veste. Durante a estadia, a modelo encantou os paraenses com simpatia e bom humor.
A jovem Izabora Lourenço foi sorteada para conhecer Gisele. A modelo passou duas horas na casa da universitária no bairro da Batista Campos. "Ela é uma mulher linda e uma mulher humilde. Gente boa. Ela é muito tranquila! Tão boa, tão tranquila, que eu não imaginava isso com a fama toda que ela tem, sabe?", revelou.

Gisele se disse impressionada com a beleza da capital paraense. "É lindo. É quente né? É úmido. É maravilhoso! E esse rio? Que coisa linda! É muita cor, achei lindo os prédios antigos todos coloridos que tem aqui.", disse entre um compromisso e outro.

A equipe que participou das filmagens também não se decepcionou com o cenário escolhido. "A gente ficou de boca aberta. Todo mundo. A Gisele quando olhou falou: 'Meu Deus que lugar lindo!'. Porque realmente é. Esse horizonte, essa quantidade de água que passa por aqui é de impressionar mesmo", explicou Ricaro Tronquini, diretor de TV.

A modelo desfilou debaixo dos guindastes do começo do século XX e pousou com a Baía de Guajará ao fundo. Quem visitava a Estação das Docas, em Belém, parou para acompanhar as filmagens e alunos de duas escoals públicas da cidade que visitavam o local deram trabalho para as professores. Todos queriam ver melhor o trabalho de Gisele Bündche.

A pequena Yasmim Jorge, mal continha a ansiedade. Perguntada sobre a sensação de ver a modelo bem de perto, riu nervosa." É muito legal! Super legal! Muito, muito!", comemorou.
Gisele Bündchen visitou universitária em Belém para ver como paraenses se vestem (Foto: Reprodução/TV Liberal)Gisele Bündchen visitou universitária em Belém para ver como paraenses se vestem (Foto: Reprodução/TV Liberal).

PRODUÇÃO DE CASTANHA-DO-PARÁ VIRA ATIVIDADE LUCRATIVA PARA AGRICULTORES.

Produção de castanha-do-Pará vira atividade lucrativa para agricultores

Nesses dias de Rio+20, o Brasil tem para mostrar um exemplo positivo de produção econômica e de preservação ambiental.

TONICO FERREIRA Aldeia Bubyrej - Rondolândia, MT
Nesses dias de Rio+20, com o tema da sustentabilidade em alta, o Brasil tem para mostrar um exemplo positivo de produção econômica e de preservação ambiental.

Povos indígenas e agricultores assentados de Mato Grosso estão ganhando um bom dinheiro com a castanha-do-pará. O preço nunca esteve tão alto: até R$ 3 o quilo. Na safra, os irmãos Massola, migrantes catarinenses, catam em média dois mil ouriços por dia, que eles quebram na própria mata para obter a castanha.

“Vai gerar na faixa de 30 latas, 300 quilos. Rende R$ 900 por dia. Acho que melhor não precisa. Melhor, estraga”, brinca o agricultor Sedemir Massola.

Os índios Zoró vivem um momento de recuperação cultural. A castanha tem muito a ver com isso. Antes de organizarem uma associação para vender castanha, a maior parte do dinheiro que entrava na aldeia vinha da exploração ilegal de madeira. Os índios permitiam a entrada de madeireiros na reserva a troco de migalhas. O colhedor de castanha Sócrates Zoró explorou madeira no passado. O ganho era incerto e ele desistiu. Com a castanha, na última safra, ele e os filhos receberam R$ 11.517.
“Venda desse castanha é dinheiro à vista”, diz Sócrates.

Em um ritual, as mulheres Zoró preparam alimentos que levam castanha. Na hora do almoço, a equipe do JN foi recebida na aldeia com uma comida especial: um peixe pintado, assado na brasa, com palha de babaçu. Também havia palha de babaçu, mas o que se tinha era uma paçoca, feita de castanha, misturada com carne de porco. É isso que foi feito no ritual.

A castanha é um alimento bem conhecido dos Zoró, mas só virou produto valorizado depois que eles se aliaram a uma cooperativa de agricultores assentados e, assim, conseguiram dominar o processo, que vai da coleta até a venda da amêndoa, a R$ 25 o quilo. O óleo é comprado por uma indústria de cosméticos a R$ 32 o litro.

É um sucesso, mas limitado. O extrativismo não madeireiro - amêndoas, frutas, fibras, resinas - representa apenas 0,02% do PIB brasileiro.

“Existe já certa disponibilidade de recursos para realizar esse trabalho, mas ainda falta muita formação, capacitação das pessoas, das comunidades para acessar esses recursos e iniciar esse trabalho”, explica o agrônomo Paulo César Nunes.

Quem chegou lá está entusiasmado. Os irmãos Massola até numeraram as 800 castanheiras que exploram. Vai ser difícil alguém derrubar esta mata.

“Tanto que lutamos para ter ela de pé aqui, do jeito que ela está aqui, nós lutamos muito. Então, para nós, é muito bom, sabe. É um patrimônio enorme para a gente”, conclui Sedemir Massola.

"PASSAPORTE PARÁ" PARA INCENTIVAR O TURISMO.

20/06/2012
“Passaporte Pará” será lançado na Fita para incentivar o turismo interno
Diminuir fonte Aumentar fonte
Da Redação
Agência Pará de Notícias
Tamara Saré-Ag. Pará
Incentivar o turismo interno, para que o paraense conheça as belezas do Estado, como Alter do Chão, em Santarém, é o objetivo do Passaporte Pará
FLAVYA MUTRAN/AG PARÁ
A Praia do Goiabal, no Marajó, está entre os pontos turísticos que podem ser conhecidos por turistas locais e de fora do Estado
FLAVYA MUTRAN/AG PARÁ
A Praia Grande, em Salvaterra, é outro recanto do arquipélago marajoara que encanta turistas de todo o mundo.
 
Será aberta oficialmente às 09h30 desta sexta-feira (22), no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, a VI Feira Internacional de Turismo da Amazônia (Fita 2012), com as presenças do governador Simão Jatene, do secretário Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, Sidney Rosa, do secretário de Estado de Turismo do Pará, Adenauer Góes, da presidente da Companhia Paraense de Turismo, Socorro Costa, e de representantes do Ministério do Turismo, do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), de entidades ligadas ao setor e outras autoridades.

Na solenidade, a Secretaria de Estado de Turismo (Setur) e a Companhia Paraense de Turismo (Paratur) lançarão uma série de produtos, como o Passaporte Pará e o Prêmio de Jornalismo em Turismo “Comendador Marques dos Reis”, e firmarão termos de cooperação voltados à qualificação profissional. Também haverá lançamento de livro, palestras, workshop, mesa redonda, bolsa de negócios e outras atividades.

O “Passaporte Pará” é uma iniciativa da Setur e da Paratur, que será lançado durante a Fita 2012, com apoio na execução da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) e do Clube de Viagens RDC. O programa facilitará viagens dentro do Pará, visando fortalecer o turismo interno, principalmente em período de baixa estação. O objetivo é adequar os serviços do trade turístico local para o desenvolvimento do turismo interno.

Rose Larrat, presidente da Abav-PA, disse que o “Passaporte Pará” tem como finalidade principal permitir aos paraenses conhecer seu próprio Estado, mas espera que o programa possibilite também a venda do destino Pará ao turista externo. Ainda segundo ela, os agentes de viagens receberão uma senha e um login que facilitará a oferta de produtos turísticos no Estado.

Os municípios de Belém (incluindo o distrito de Mosqueiro), Soure, Salvaterra, Salinópolis, Bragança, Tracuateua e Marapanim serão os primeiros a receber ações do programa. A escolha dos municípios levou em consideração a pré-existência de produtos que incluem estes roteiros, facilidades de acesso e infraestrutura e possibilidade de implantação de politicas públicas de desenvolvimento pelo Governo do Estado
.
Qualificação - Segundo Socorro Costa, o programa esta inserido no Plano Estratégico de Turismo – Ver-o-Pará, que visa a promoção do turismo paraense na Amazônia, em outros Estados e no exterior. A presidente da Paratur explicou que a oferta de produtos turísticos do "Passaporte Pará” será feita paralelamente aos investimentos em mão de obra, por meio do Programa Estadual de Qualificação Profissional no Turismo (PEQtur), que tem como meta qualificar 10.500 pessoas que atuam no setor turístico em 60 municípios.

O termo de cooperação entre Paratur, Setur e entidades selecionadas para a qualificação do PEQtur nos municípios paraenses também será formalizado na abertura da Fita. O Programa prevê ainda facilidades de crédito para financiar investimentos da iniciativa privada, que oferecem produtos e serviços turísticos, e ainda dos turistas que desejam comprar pacotes mais acessíveis e parcelados. Entre os bancos que atenderão ao programa estão o Banco da Amazônia, Banco do Estado do Pará (Banpará) e Caixa Econômica Federal.


Cobertura - Cerca de 30 jornalistas dos principais veículos de comunicação do Brasil e do exterior estão em Belém, convidados pela Paratur e Setur, para cobrir a Feira Internacional de Turismo da Amazônia. Estarão no evento profissionais da TV Del Barrío, de Lima, no Peru. As equipes conhecerão Belém, municípios do Arquipélago do Marajó e a região do Tapajós.

As estratégias de divulgação do Pará na Fita incluem ainda, na solenidade de abertura, o lançamento do II Prêmio de Jornalismo em Turismo "Comendador Marques dos Reis", em parceria com a Asociação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet-Pará). O regulamento do prêmio já está disponível no site do www.fitamazonia.com.br.

Também já confirmaram presença no evento Jeanini Pires e Eduardo Sanovicz, ex-presidentes da Embratur; Antônio Azevedo, presidente da Abav; representantes do Ministério do Turismo e da Embratur.


Texto:
Benigna Soares - Paratur
Fone: (91) 8360-0506 / (91) 8842-8129
Email: turismoparaense@gmail.com / benignasoares@globo.com

Companhia Paraense de Turismo
Praça Waldemar Henrique, S/N. Belém-PA. CEP: 66010-040
Fone: (91) 3212-0669 / 3223-2130
Site: www.paraturismo.pa.gov.br Email: presidencia@paratur.pa.gov.br

MINISTÉRIO DA SAÚDE INCENTIVA USO DE PLANTAS MEDICINAIS NO PARÁ.

21/06/2012 00h03 - 00h03

Ministério da Saúde incentiva uso de plantas medicinais no Pará

Santarém é a única cidade na Amazônia a ser beneficiada pelo programa.
Na Amazônia, estima-se que 50 mil plantas têm potencialidades medicinais.

Do G1 PA
No Pará, plantas e ervas são usadas em receitas populares e vendidas no Ver-o-peso (Foto: Igor Mota / Amazônia Jornal)No Pará, plantas e ervas são usadas em receitas populares e vendidas no Ver-o-peso (Foto: Igor Mota / Amazônia Jornal)
 
A Secretaria Municipal de Saúde de Santarém, no oeste do Pará, receberá mais de R$ 127 mil reais do Ministério da Saúde para incentivar o uso de plantas medicinais e fitoterápicos na rede municipal de saúde. A portaria do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi divulgada nesta quarta-feira (20) no Diário Oficial da União.

Os recursos são para estruturação, consolidação e fortalecimento de arranjos produtivos locais referentes ao Sistema Único de Saúde (SUS) e buscam  fortalecer a assistência famacêutica e o cultivo de plantas medicinais em doze municípios brasileiros. Santarém é a única cidade na Amazônia a ser beneficiada por esta etapa do programa.

O pesquisador Wagner Barbosa, da Universidade Federal do Pará (UFPA), trabalha com o uso de etnofarmácia, interface entre a fitoterapia popular e a ciência farmacêutica e está catalogando o uso de cerca de 250 plantas medicinais do município de Igarapé Mirin, no Pará.

Segundo Wagner, no Sistema Único de Saúde (SUS), existe uma lista com 71 espécies vegetais de interesse terapêutico, entre as quais, cerca de 20 crescem na região amazônica e “as ações que o estado brasileiro vem implantando valorizam a informação popular sobre as plantas medicinais e tentam normatizar a área da fitoterapia. Isso tudo forma um contexto muito propício para desenvolvermos nossas pesquisas”, acredita.

Saiba mais:

A fitoterapia é uma opção terapêutica oficial no Brasil, ofertada no SUS, assim como outros tratamentos alternativos, como massagem, antroposofia (ciência espiritual) e acupuntura. Dados da Organização Mundial de Saúde de 1979 contabilizam que 80% da população mundial usa fitoterápicos. Apenas na Amazônia, estima-se a existência de 250 a 550 mil espécies vegetais, das quais, 50 mil têm potencialidades medicinais.

Diferente do que muitos pensam, o uso inadequado de plantas medicinais também pode causar efeitos adversos. Foram relatados 38 problemas relacionados com a utilização de plantas medicinais em medidas e/ou indicações equivocadas, no livro “Etnofarmácia: fitoterapia popular e ciência farmacêutica”, publicado pelo Núcleo de Meio Ambiente da UFPA.

Desejo: Privilégio humano

Desejo: Privilégio humano

quarta-feira, 13 de junho de 2012

IGREJA PEDE OBEDIÊNCIA AS FREIRAS MAIS LIBERAIS.

Igreja Católica pede obediência às freiras americanas mais liberais

A hierarquia da Igreja Católica designou o arcebispo de Seattle, Peter Sartain, e outros dois bispos para que façam uma reforma dos estatutos e programas da LCWR, um processo que poderá durar até cinco anos.
Cidade do Vaticano - O Vaticano se reuniu nesta terça-feira com um grupo de freiras americanas, condenadas por suas posições tolerantes em relação a temas como a união homossexual, o uso da pílula e o divórcio, e pediu a elas que obedeçam a "direção suprema da Santa Sé".

"Foi uma reunião cordial e aberta para discutir os problemas e as preocupações surgidas depois da avaliação doutrinal de abril", explicou o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, ao mencionar a recente condenação imposta às freiras por promover "temas incompatíveis com a fé católica".

Uma delegação da Conferência de Liderança das Mulheres Religiosas (LCWR) se reuniu no palácio apostólico com representantes da Congregação para a Doutrina da Fé para discutir sobre suas diferenças doutrinais.

As freiras da LCWR, que conta com 1.500 delegadas que representam cerca de 57.000 religiosas, defendem a ordenação de mulheres sacerdotes e evitam condenar a pílula, a eutanásia e a união de casais gays.

"Em virtude do direito canônico, a LCWR é formada e permanece sob a direção suprema da Santa Sé", afirmou Lombardi, o que resultou num chamado à obediência e respeito às linhas gerais da entidade católica.
As freiras da LCWR são muito conhecidas por seu trabalho social com os pobres e doentes, o que ajudou a melhorar a imagem da Igreja americana, desprestigiada pelos escândalos de abuso sexual de menores por parte de sacerdotes.

A delegação, liderada pela presidente da LCWR, irmã Pat Farrell, foi recebida pelo prefeito da Congregação, cardeal americano William Levada, que ocupa o cargo que foi por mais de vinte anos do atual sumo pontífice, Bento XVI.

As freiras enfrentaram em várias ocasiões os bispos americanos e apoiaram a reforma da saúde promovida pelo presidente Barack Obama, apesar das críticas dos superiores e dos setores mais conservadores da Igreja dos Estados Unidos.

O Vaticano reprova a organização das freiras pelo fato de não defenderem "o direito à vida desde sua concepção até sua morte natural, um tema-chave do debate público, assim como o aborto e a eutanásia", explicou recentemente a emissora Radio Vaticano.