sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

AUMENTA EM 55% O NÚMERO DE PADRES.


Brasil: Estudo revela aumento de 55% no número de padres em 20 anos

Lisboa, 09 dez 2011 (Ecclesia) – O Centro de Estatísticas Religiosas e Investigação Social (CERIS) do Brasil publicou um novo estudo que revela um aumento de 55,79% no número de padres católicos no país entre 1990 e 2010.

No documento, os responsáveis pela investigação destacam ainda o crescimento no número de diáconos permanentes, que passaram de 632 para 2711, mais que triplicando o seu número em apenas 20 anos.

O Anuário Católico 2012, lançado pelo CERIS, apresenta “um retrato do atual quadro no aumento do número de paróquias, dioceses, bem como o significativo aumento no número de sacerdotes e diáconos permanentes”.

Situação inversa encontra-se no quadro da evolução do número de religiosas, que caiu de 35 039 em 1961 para 33 386 em 2010.

“Esta amostragem do CERIS contesta, por um lado, teorias como a da secularização e a do enfraquecimento da Igreja Católica, que perde fiéis para outras denominações religiosas, ou mesmo para o ateísmo, como algumas pesquisas censitárias apontam”, pode ler-se, na introdução do estudo.

OS APAIXONADOS BUSCAM NOVAS FORMAS DE MANIFESTARSEU AMOR.


Os apaixonados buscam novas formas de manifestar seu amor

As manifestações da devoção mariana e a Festa da Imaculada em Roma

Por Márcia Ferreroni

ROMA, quinta-feira, 8 de dezembro de 2011(ZENIT.org) – Ao longo dos tempos as manifestações marianas brotam com originalidade em diversas partes do mundo. Em Roma acontece o tradicional Atto di Venerazzione dell`Immacolata.

Na Piazza Mignanelli, próxima a Piazza di Spagna está localizada a estátua que receberá a homenagem de Bento XVI em ocasião da Festa da Imaculada neste dia 08 de dezembro.

Pio IX fez colocar no topo de uma coluna, a estátua da Imaculada Conceição no ano de 1857, poucos anos depois da promulgação do dogma. A coluna que sustenta a estátua, com quase 12 metros de altura, tem um metro e meio de diâmetro e, na ocasião da inauguração, foi levantada por uma corporação de 200 bombeiros. Daqui deriva a tradição, renovada a cada 8 de dezembro, de um bombeiro coroar a imagem.

Esta é uma das inúmeras manifestações da devoção mariana que, ao longo dos tempos e nas mais variadas geografias vão brotando com a originalidade própria do amor: os apaixonados procuram os novos modos de manifestar seu amor.

A devoção mariana fora predita na Sagrada Escritura, nas palavras de Maria a Isabel “todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc 1, 48) e se apóia na centralidade de Cristo, nosso único Senhor. Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado (cfr. Hebreus 4, 15), nascido de uma mulher (Gal 4,4). Sendo para nós modelo de tudo, não deixou de amar sua Mãe e honrá-la cada dia (Ex 201,12). Assim que se pode afirmar que Jesus foi o primeiro e o maior devoto de Maria, sua Mãe.

Apenas isto já bastaria para que todos os cristãos nos sentíssemos impelidos a honrar Maria, a Mãe de Jesus. Mas a Sagrada Escritura nos permite ir ainda mais além na nossa devoção mariana. O cristão, que deseja identificar-se com Cristo em tudo, até o ponto de não viver senão a vida de Cristo (Gal 2, 20), pode ser também ele, filho de Maria. Talvez não ousássemos tanto se o próprio Cristo não nos tivesse convidado a fazê-lo quando, ao pé da Cruz, dirigindo-se a nós na pessoa de João (Jo 19, 26-27) nos deu Maria para ser nossa Mãe. Maria, Mãe de Jesus é, então, Nossa Mãe ou como gostamos de dizer Nossa Senhora.

Isto nos dizia o Papa há alguns anos na solenidade de hoje: “Maria não se coloca somente numa relação singular com Cristo, o Filho de Deus que, como homem, quis tornar-se seu filho. Permanecendo totalmente unida a Cristo, Ela pertence também de modo integral a nós. Sim, podemos dizer que Maria está próxima de nós como nenhum outro ser humano, porque Cristo é homem para os homens e todo o seu ser é um "ser para nós". Como Cabeça, dizem os Padres, Cristo é inseparável do seu Corpo que é a Igreja, formando juntamente com ela, por assim dizer, um único sujeito vivo. A Mãe da Cabeça é também a Mãe de toda a Igreja; ela é, por assim dizer, totalmente despojada de si mesma; entregou-se inteiramente a Cristo e, com Ele, é entregue como dom a todos nós. Com efeito, quanto mais a pessoa humana se entrega, tanto mais se encontra a si mesma.” (Homilia do Papa Bento XVI,8 de Dezembro de 2005)

Essa proximidade de Maria com cada um de nós – apoiada em Cristo – é a base de toda devoção mariana e nos leva a apoiar-nos nela, “Mãe de toda a consolação e de toda a ajuda, uma Mãe à qual, em qualquer necessidade, todos podem dirigir-se na própria debilidade e no próprio pecado, porque Ela tudo compreende e para todos constitui a força aberta da bondade criativa” (ibidem).

Os verdadeiros devotos de Maria não só vêem que podem recorrer sempre a Ela, mas sentem-se também eles procurados por Maria, que como Mãe vai ao encontro de cada um dos seus filhos. “É nela que Deus imprime a sua própria imagem, a imagem daquela que vai à procura da ovelha perdida, até às montanhas e até ao meio dos espinhos e das sarças dos pecados deste mundo, deixando-se ferir pela coroa de espinhos destes pecados, para salvar a ovelha e para a reconduzir a casa. Como Mãe que se compadece, Maria é a figura antecipada e o retrato permanente do Filho” (Ibidem).

Todas as devoções marianas – tão variadas quanto variadas são as manifestações do amor dos homens – levam-nos sempre a Cristo, com palavras de São Josemaría cada um de nós pode experimentar que “a Jesus sempre se vai e se “volta” por Maria (Caminho, n.495).

"SOMOS ADMINISTRADORES DA CRIAÇÃO, NÃO PROPRIETÁRIOS DELA".


"Somos administradores da criação, não proprietários dela"

Cardeal Maradiaga participa da Cúpula do Clima em Durban

H. Sergio Mora

ROMA, quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 (ZENIT.org) - O Protocolo de Kyoto não é suficiente e a cúpula de Durban não é apenas uma circunstância política. O problema do aquecimento global é verdadeiro, mas vai além do político, pois é um desvio na obra da criação. Há esperança de que o público comece a entender o problema e é preciso trabalhar duro para criar essa consciência, especialmente entre os jovens.

São aspectos destacados em entrevista a Zenit pelo cardeal Oscar Rodríguez Maradiaga, em seu retorno da Cúpula de Durban. A XVII Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas, que começou em 28 de novembro naquela cidade da África do Sul, terminará nesta sexta-feira e terá que decidir sobre o futuro do Protocolo de Kyoto, ou seja, sobre como reduzir as emissões de gases de efeito estufa daqui até 2020.

Representantes de cerca de 190 países sentaram-se à mesa de negociações na convenção das Nações Unidas e deverão definir como reforçar o protocolo, cujas medidas anti-emissões de gases expiram no próximo ano, e se ele será prolongado até 2020 com o fim de reduzir o aquecimento global.

O Vaticano está representado pelo núncio apostólico no Quênia. O cardeal Maradiaga participa como presidente da Caritas Internacional.

Maradiaga afirma que a situação "não é apenas um fenômeno de aquecimento global, mas um desvio na obra da criação", porque, segundo ele, "ainda não temos a perspectiva de ser administradores da criação em vez de seus proprietários".

A cúpula, portanto, não é apenas uma "circunstância política", embora, infelizmente, ela "tenda a reduzir o problema a isso", lembrou o purpurado. "Devemos falar de algo que é da humanidade, que é um bem comum a todos".

Para o presidente da Caritas Internacional, a opinião pública está mudando quanto à necessidade de se defender a criação: "Sobre isso, eu acredito que há mais consciência a cada dia".

Maradiaga meniconou ter participado, no início da cúpula em Durban, de uma palestra de um prêmio Nobel que expunha as evidências científicas das mudanças climáticas. O cardeal se mostrou convencido da veracidade do problema e afirmou que "não se trata de manipulação da comunicação social".

“Esta semana será decisiva e esperamos que as grandes potências dêem um passo adiante”, embora "não seja suficiente dizer que ‘manteremos o Protocolo de Kyoto’; precisamos de medidas concretas. Claro que seria uma tragédia se o Protocolo de Kyoto morresse em Durban, mas queremos mais do que apenas a sua continuidade. O protocolo em questão é muito limitado quando comparado com o que devemos fazer. Por isso é importante que a opinião pública perceba que precisamos construir um futuro melhor para a humanidade".

O cardeal disse que a Caritas Internacional começou a trabalhar para educar, especialmente os mais jovens, na defesa da criação. Ele citou, por exemplo, a reunião da semana passada entre Bento XVI e sete mil jovens, e o discurso "muito forte e adequado, feito pelo papa, a fim de levantar a questão".

O papa Bento XVI, na Sala Paulo VI, se dirigiu aos jovens participantes no projeto "Ambientemo-nos na escola", patrocinado pela Fundação "Sorella Natura", no Dia da Salvaguarda da Criação, 29 de novembro.

Ele disse que “não há um bom futuro para a humanidade sobre a terra se não educarmos todos para uma forma mais responsável de vida e de relacionamento com a criação”, e se, neste contexto, “for esquecido o reconhecimento do valor da pessoa humana e da sua inviolabilidade em cada fase da vida e em toda a sua condição”.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O QUE AS MULHERES ENSINAM AOS HOMENS


O que as mulheres ensinam aos homens

O trabalho não é tudo na vida

ROMA, segunda-feira, 7 de dezembro de 2011 (ZENIT.org) - A diferença de tratamento e de oportunidades entre homens e mulheres na sociedade diminuiu significativamente em diversas áreas, tais como o acesso à saúde e à educação, mas, não acontece o mesmo no campo do trabalho. Enquanto isso, hoje, tem havido uma grande mudança: os jovens trabalhadores ao contrário de antes, pensam como as mulheres, que a carreira não é tudo na vida.

O indicam os dados do estudo Closing the gap, publicado no The Economist do passado 26 de Novembro, e analizado num artigo do diário vaticano L'Osservatore Romano.

A diferença entre homens e mulheres, diz o estudo, ainda se registra principalmente nas oportunidades de carreira e de salário.

O dossiê constata que, depois da euforia dos anos 90, os resultados atuais deixam uma frustração forte. Em particular surge a dificuldade de conciliar trabalho e maternidade, especialmente quando se considera que a tarefa das crianças não deva ficar exclusivamente a cargo das mulheres.

Além disso, nota-se uma forte ausência feminina na gestão empresarial. Isto, apesar de vários estudos terem mostrado que as mulheres na chefia de empresas ou de seu conselho de administração levaram a resultados muito bem sucedidos.

O estudo realizado pelo The Economist, explica algumas razões que criam a diferença, e indica como primeira coisa que o mundo do trabalho é organizado com regras criadas há várias décadas atrás, nascidas com uma ideia de paridade, diferentes das existentes quando o marido trabalhava e a mulher ficava em casa.

As novas regras, portanto, davam o mesmo tratamento a ambos, o que o estudo indica como errado porque o problema não é resolvido aplicando as mesmas regras, já que as mulheres são diferentes.

Segundo: porque é errado pensar que ser mãe não afeta a carreira, ainda que tenham menos filhos ou os tenham mais tarde. É só pensar que é neste período que as suas colegas iniciam a programar suas carreiras.

Terceiro: as mulheres podem se tornar inimigas de si mesmas, ao não ter as devidas possibilidades no campo laboral: são muito escrupulosas, menos seguras e se autopromovem menos, não costumam dar sua opinião se não estão absolutamente seguras.

E por último, a discriminação mais sutil: enquanto os trabalhadores são promovidos pelas suas potencialidades, as trabalhadoras, ao contrário, o são pelo que realmente conseguem, ou seja, que avançam mais lentamente.

O estudo dá uma indicação importante: os homens jovens, que entram no mundo do trabalho, o vem de maneira diferente do concebido pelos seus pais.

Estão menos obcecados pela carreira e mais interessados em encontrar um equilíbrio razoável entre o trabalho e o resto de sua vida e é isso o que as mulheres querem já faz um tempo, diz o semanário. Um novo fator que os empregadores não poderão ignorar.

O artigo da jornalista italiana Giulia Galeotti, publicado no jornal Vaticano, analisa os dados e indica que o estudo também mostra que não vale o modelo masculino, tomado como indicador pela emancipação feminina dos anos sessenta.

E que a realidade revela que as mulheres não renunciam do que elas são, e que, além do mais, ensinam algo aos homens: o equilíbrio entre o trabalho e o resto da vida. E conclui que "depois de tantas afirmações teóricas de admiração e reconhecimento, os homens decidem aplicar à sua vida uma parte importante da opção que move a existência feminina.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

NÃO A DIVISÃO DO PARÁ: AOS "ABUTRES" DE PLANTÃO.


NÃO A DIVISÃO DO PARÁ.

AOS “ABUTRES” DE PLANTÃO.

Os separatistas exigem a todo custo o “esquartejamento” imediato do Estado do Pará. Todos sabem que essa gente que quer a separação do Estado, visa interesses próprios e dos partidos políticos.

Esses “senhores” e seus partidos têm como único objetivo e preocupação a conquista do poder. Por outro lado é triste ver que em meio a essa disputa entre “sim” ou “não”, muitos se colocam de modo indiferentes o que é extremamente lamentável.
O que observamos dos separatistas é a conquista ávida e imediata do poder. Pronunciam-se como porta voz de uma “nova era”.

Essa “gente” que quer nos separar, afirma que o povo de Belém, o povo da Capital não tem consciência. Dizem alguns que a falta de consciência para com os irmãos do Tocantins e de Carajás é motivo determinante pela ausência de compaixão para com seus irmãos.

Ora meus queridos separatistas, o grande plano que vocês querem executar no Brasil é o de erigir “filiais de corrupção”. Não existe preocupação com a alfabetização, com a saúde, segurança, educação, etc...

O que vocês buscam é encontrar mais uma maneira de se darem bem. De enxerem seus bolsos e cuecas de dinheiro DE FAVORECEREM SEUS FAMILIARES, PARENTES E AMIGOS QUE, NÃO CONTRARIAM AS SUAS IDÉIAS, ao passo que, o dinheiro que vocês roubam deveria ser destinado ao povo e as suas necessidades básicas.

Lembram de Judas Iscariotes? Ao ver Maria Madalena que lavava os pés do Cristo com um nardo de bálsamo puro de alto valor, disse: “Por que não se vende este perfume por trezentos denários e se da o dinheiro aos pobres?” (Jo.12,4-8)

Nós sabemos que Judas não estava preocupado com os pobres coisa nenhuma, o que ele queria mesmo era o dinheiro, pois o mesmo tomava conta da bolsa comum. É a intenção dos “senhores” separatistas. Não tem preocupação com os pobres nada, mas, querem as riquezas de nosso povo. Querem tomar conta de nossos bens. Chega de sermos usurpados por “boas intenções” dessa “gente” que nem aqui mora.

Nós da Capital do Estado estamos sendo vistos como: inaptos, despreparados, imaturos, incapazes, mal educados. Estão transformando o povo de Belém em um “mostro”. Isso é perigoso para nossa gente. Podemos sem perceber estar criando “ranço”, “rixa” entre um povo que por tradição sempre foi unido e fundamentalmente bom.

Esses separatistas, todos de fora, aqui chegam, foram bem recebidos, criaram seus “gados” e suas famílias, fizeram crescer seus negócios e seus patrimônios e agora querem cuspir no prato que comeram por longos anos.

Vieram para o Pará porque em seu Estado natal não tiveram a oportunidade que tiveram em terras paraenses de ser alguém na vida. Tudo o que possuem, conquistaram aqui no Pará e agora, querem nos dar um ponta pé na bunda.

Tenho acompanhado a fala dos separatistas: “a massa de Belém é imatura, incapaz, não tem condições de sozinha conduzir todo o Estado”. Acham que quem comanda o Estado e o povo de Belém são crianças imaturas.

Acontece que, esse “povo-criança” que alguns dizem que somos não é e nem será presa fácil para os “abutres”, politiqueiros, desonestos que pregam falsas promessas.
Estes “abutres” acham que somos bobos da corte. Querem se cercar dos bobos para lhe proporcionarem divertimentos e gargalhadas de prazer por estarem nos roubando debaixo de nosso nariz.

Devo lamentar profundamente a sorte de vocês “abutres”, politiqueiros, “aves de rabina” que, querem separar o Estado do Pará. Lamentar a sua infelicidade por não ver o Estado do Pará separado.

Seus ouvidos têm horror à verdade, vocês têm medo de ouvir a voz sincera de um povo que não querem separatistas causando desunião, mas gente que venha para cá se unir a nós e ajudar no crescimento do Estado, tendo como escopo o povo paraense.

O Pará tem uma vocação materna, educativa, eminentemente social. Essa vocação materna define a fisionomia do nosso povo e do nosso Estado.

Talvez por termos essa fisionomia materna, de acolhermos a todos que aqui chegam, estamos pagando hoje esse preço por “filhos (as)” ingratos e rebeldes.

Querer criar uma nova sociedade edificada exclusivamente sobre o espírito separatista, torner-se-a em pouco tempo uma sociedade mutilada e viciada, condenada inexoravelmente à esterilidade do raciocínio frio, à inanição, reduzida a um mecanismo onde irmãos, os verdadeiros irmãos, pela força do acontecimento poderão não mais se falar separando-se definitivamente o que seria lamentável.

Urge, a bem do povo do Pará, um corretivo à loucura de querer separar-nos. Ao contrário disso, compete-nos é procurar corrigir os erros, os vícios, a miséria e buscar a união e não a separação.

O discurso que ouvimos dos separatistas é que o povo do Carajás e do Tocantins é sacrificado. Quer dizer que só aqui no Pará o povo é sacrificado? Nos outros Estados da Federação o povo não é sacrificado? Na maior cidade do país, São Paulo, lá o povo por ventura não passa por sacrifícios? Argumento paradigmático dos separatistas aproveitadores de plantão.

O povo do sertão brasileiro sofre há anos com a seca e a cada eleição a “promessa” se renova: “vamos acabar com a seca” e nada. Desde criança escuta essa frase e hoje com 51 anos de idade continuo ouvido o mesmo discurso e continuo vendo os nossos irmãos passarem sede e fome por causa de “politiqueiros” mentirosos e aproveitadores.

Quer dizer que a crise estabelecida no Brasil agora é porque o povo do Norte está sacrificado!!?? Nunca olharam para cá, para nós amazônidas, nortistas a não ser com os olhos da cobiça e do poder. Querem nossas riquezas e nossos bens.

Chega de retóricas e dessecamentos filosóficos, de “promessas” utópicas, de quimera para o nosso povo. Se estiverem preocupados com a situação de pobreza dos nossos irmãos porque não se unem a nós ao invés de querer nos separar.

São tempo e hora de buscar uma unidade espiritual e política. Foi por esta falta de união e de princípios – decoro - que o Brasil chegou à triste situação moral dos nossos dias. Um grande barco sem velas, batido pelos temporais e desejado pelos “abutres”.

O Brasil hoje está retalhado pela ambição e egoísmo dos seus homens públicos a soldo do capitalismo internacional travestido de dinheiro brasileiro (Cia. Vale do Rio Doce).

Invadido pela torrente do materialismo e pela miséria do ateísmo, o Brasil é sugado pelas oligarquias, humilhado pelo terror das irresponsabilidades e por aqueles que “nunca sabem de nada”.

Talvez nossa crise maior seja a da “consciência” dos politiqueiros e aproveitadores. Sem que seja esta resolvida, não poderemos solucionar o problema do Brasil e com isso, mais e mais “separatistas” aparecerão para “esquartejar” o Brasil e cada vez mais serem erigidas “filias de corrupção”.

Luiz Gonzaga Rodrigues
Ananindeua- Pará – Brasil.

diaconoluizgonzaga@gmail.com
diaconoluizgonzaga.blogspot.com

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

DIGA NÃO A DIVISÃO A DIVISÃO.


DIGA NÃO A DIVISÃO DO PARÁ!

Você já se perguntou a quem realmente interessa a divisão do pará ou de qualquer outro estado?
Você já se perguntou o que realmente irá melhorar pra você com a divisão?
Analise com cuidado e veja quem, em seu municipio, está lutando a todo custo para dividir o Pará .
Por que os grandes empresários e os políticos(que nada fazem para melhorar a sua vida e a cidade) estão a favor da divisão?
Você acha que com a divisão eles irão aplicar o dinheiro publico na cidade, melhorar a educação, a saúde, as estradas, dar incentivos aos agricultores? Se achas isso, responda por que eles não fizeram agora?
Você sabia que todo ano o orçamento municipal cresce? Que milhões de reais deixam de ser arrecadados em impostos todos os anos dos grandes empresários de seu municipio, por que eles provavelmente financiam a campanha dos politicos que hoje governam sua cidade?Que a maioria dos recursos federais e estaduais somem quando chegam nos municipios? Então quais as mudanças ocorrerão com a divisão do Pará, além da criação de mais cargos politicos?
O NOSSO PROBLEMA NÃO É GOVERNO DISTANTE. O NOSSO PROBLEMA SÃO OS GOVERNOS AUSENTES E CORRUPTOS, POR ISSO DIGA NÃO NO PLEBISCITO.



frente1Deputado Edmilson Rodrigues declarou:

“Quero reiterar minha absoluta convicção de que dividir o Pará será a consumação de gravíssimo atentado aos interesses imediatos e históricos do povo paraense. Se prevalecer a opinião dos separatistas, serão criadas três unidades federativas fracas, três Estados pobres e desprovidos de força econômica e política”.





HINO DO ESTADO DO PARÁ

LETRA: ARTHUR PORTO
MÚSICA: NICOLINO MILANO
ADAPTAÇÃO E ARRANJO: GAMA MALCHER

Salve, ó terra de ricas florestas,
Fecundadas ao sol do equador !
Teu destino é viver entre festas,
Do progresso, da paz e do amor!
Salve, ó terra de ricas florestas,
Fecundadas ao sol do equador!
Estribilho

Ó Pará, quanto orgulha ser filho,
De um colosso, tão belo, e tão forte;
Juncaremos de flores teu trilho,
Do Brasil, sentinela do Norte.
E a deixar de manter esse brilho,
Preferimos, mil vezes, a morte!

Salve, ó terra de rios gigantes,
D'Amazônia, princesa louçã!
Tudo em ti são encantos vibrantes,
Desde a indústria à rudeza pagã,
Salve, ó terra de rios gigantes,
D'Amazônia, princesa louçã !

Segundo alguns pesquisadores, o Hino ao Pará surgiu em época anterior ao ano de 1915 e não tinha caráter ou sentido oficial, desconhecendo-se qualquer ato que tenha oficializado naquela oportunidade.

Cantado pelos alunos do "Colégio Progresso Paraense", foi publicado em 1895, na página 5 dos "Annaes do Colégio Progresso Paraense", edição comemorativa do tricentenário da fundação de Belém.

O referido Hino se tornou oficial com o nome de "Hino do Pará" através da Emenda Constitucional nº 1, de 29 de outubro de 1969.

AUTORES

O professor dr. Arthur Teódulo Santos Porto foi autor da letra do "Hino ao Pará". Ele era conhecido intelectual e educador, fundador do "Colégio Progresso Paraense", nascido em Pernambuco em 1886 e falecido em Belém-PA em 1938. Embora atribuída a Gama Malcher, professor de canto coral daquele colégio, a autoria da música é na realidade de Nicolino Milano, violonista, compositor e regente brasileiro, nascido em Lorena-SP, no ano de 1876 e falecido no Rio de Janeiro em 1931. O Maestro Gama Malcher foi o autor da adaptação e do arranjo musical para canto coral.

SIMBOLISMO

A letra deste Hino é um verdadeiro poema de exaltação ao Pará. Ela fala da beleza natural do Estado, da exuberância de suas matas e flores, dos seus rios, do heroísmo do seu povo e traz uma mensagem de otimismo e esperança para o futuro.

(Fonte: www.pa.gov.br)

RBATV REALIZA DEBATE SOBRE DIVISÃO DO PARÁ


Terça-feira, 29/11/2011, 07h59.

RBA TV realiza o primeiro debate na sexta.

A RBATV realizará o primeiro debate sobre o plebiscito, que ocorrerá dia 11 de dezembro, para o eleitor paraense decidir sobre a divisão do Estado para criação dos Estados do Carajás e Tapajós. O debate ocorrerá nesta quinta-feira (dia 1°) e todos os quatro parlamentares presidentes das frentes pró e contra Carajás e Tapajós já confirmaram presença. Todos concordam que será a oportunidade para os eleitores ainda indecisos terem acesso a informações sobre os argumentos para a divisão ou para manutenção do território do Pará.

O gerente geral de Jornalismo, Adil Bahia, afirma que a RBATV mantém a tradição de realizar o primeiro debate nas eleições paraenses, mesmo o plebiscito sendo um pleito atípico porque coloca em discussão as diferentes regiões do Estado. Bahia explica que as regras do debate foram aprovadas pelos representantes das frentes e que a emissora está preparada para mais esse desafio com a intenção de dar a oportunidade de esclarecimento aos eleitores.

Documento com a cópia das regras do debate foi enviado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PA) juntamente com convite para que o TRE envie representante para acompanhar o debate.

O debate plebiscito 2011 será realizado na sede da RBATV, dia 1º de dezembro, às 22 horas. O sorteio será realizado às 21 horas e a ordem de sorteio de perguntas e respostas respeitará alternância das frentes opositoras. No entanto, não será permitida a exibição de quaisquer documentos durante o programa.

A duração prevista para o programa é de 1h30, contendo cinco blocos. Cada pergunta será feita em 30 segundos e as respostas em dois minutos e mais um minuto para réplica e tréplica, cada. No último bloco, serão destinados dois minutos para cada participante fazer as considerações finais, respeitando a ordem do sorteio realizada antes de iniciar o debate.

FRENTES

Os representantes das frentes aguardam com muita expectativa a participação no debate da RBATV. O presidente da frente pró Tapajós, deputado Joaquim de Lira Maia, afirma que a boa audiência em todo o Estado da RBATV contribuirá para levar ao eleitor a informação “sem maquiagem” sobre o plebiscito. Para Maia, o debate é, acima de tudo, uma grande oportunidade para o eleitor, principalmente para aqueles ainda indecisos.

O formato de reunir os representantes das quatros frentes, para Lira Maia, é o mais justo, porque torna o debate mais equilibrado, mesmo em uma eleição como um plebiscito, em que o que está em discussão não são candidaturas, mas ideias. “Para o eleitor menos emotivo é uma oportunidade de uma análise racional”, ressalta Maia.

Já para o presidente da frente contra o Tapajós, deputado Celso Sabino, o debate vai ser fundamental para ajudar a tirar as dúvidas, principalmente dos eleitores do sul e do oeste paraense, as duas regiões com pretensões de se dividir para se tornarem novos Estados. “Vamos tentar desfazer ideias distorcidas que estão sendo veiculadas na campanha, sem ofensas e com esclarecimento ao eleitor”, enfatiza Sabino. O representante do “não” ao Tapajós acredita que a iniciativa da RBATV propicia uma grande chance de esclarecimento à população paraense.

Para o presidente da frente pró Carajás, deputado João Salame, infelizmente, a campanha do plebiscito na mídia está sendo levada para o lado muito emocional. Por isso, o debate na RBATV será fundamental para que a discussão prevaleça para o lado racional, expondo os dados reais com precisão para que o eleitor faça sua escolha com consciência.

João Salame acredita que o formato do debate cara a cara é a melhor opção para a discussão sobre a divisão do Pará porque coloca os quatro representantes em situação de igualdade. O presidente da frente contra o Carajás, deputado Zenaldo Coutinho, não foi encontrado pela reportagem.

SERVIÇO

O debate plebiscito 2011 será realizado na sede da RBATV, dia 1º de dezembro, a partir das 22 horas, com transmissão ao vivo.

A duração prevista para o programa é de 1h30, em cinco blocos.

(Diário do Pará)