terça-feira, 19 de julho de 2011

Imagem da Igreja na mídia.


Muticom debate imagem da Igreja na mídia

Diácono Magelo 19 de julho de 2011 03:00

O diretor da Central Globo de Comunicação, Luís Erlanger, abriu o ciclo de debates do primeiro painel do 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), na manhã de ontem (18/07), no Ginásio da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). O encontro começou na noite de anteontem (17/07) e reúne mais de 800 comunicadores de todo o país.

Erlanger fez uma análise da presença da Igreja na mídia. Ele chamou a atenção para a necessidade da Igreja trabalhar sua imagem na mídia. "Qualquer trabalho de comunicação precisa fazer trabalho de imersão para saber como a gente quer ser visto", disse. "A Igreja tem que ter um centralismo democrático. Como a Igreja quer ser vista? Isso precisa circular em todos os grupos", acrescentou.

Com dados que apontam palavras e sites católicos mais acessados, Erlanger criticou a falta de conexão entre os sites católicos. Ele chamou a atenção também para a necessidade de que sejam corrigidos erros presentes na rede mundial de computadores em relação à Igreja. "Erros factuais precisam ser corrigidos. A situação da Santa Igreja nas redes sociais é preocupante porque seus detratores falam sem qualquer reação da instituição", ressaltou.

Segundo Erlanger, os sites de conteúdo católico são, em primeiro lugar, o catolico.org.br; em segundo, igreja-catolica.com; em terceiro, igrejacatolicacarismatica.org.br. "Não é o da CNBB que aparece em primeiro lugar", criticou.

Erlanger concluiu sua intervenção insistindo que a Igreja precisa trabalhar em rede. "Precisamos aprender a fazer redes. A Igreja Católica era a maior rede do mundo", observou. O Muticom, criado em 1998, é promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e realizado pela Arquidiocese e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Este ano discute o tema "Comunicação e Vida: diversidade e mobilidades".

FONTE
www.cnbb.org.br

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Postado por Diácono Magelo no DIÁCONOS PERMANENTES em 7/19/2011 03:00:00 AM

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Divisão do Pará: Deputado quer cancelar...


O deputado estadual Celso Sabino (PR) ingressou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Câmara Federal, questionando a autorização do Parlamento Federal à realização do plebiscito sobre a divisão do Estado do Pará para criação de dois novos Estados, Carajás (região sul e sudeste) e Tapajós (região oeste). A ação pede uma medida liminar para barrar o processo de elaboração do plebiscito, alegando que o ato da Mesa Diretora, que colocou em votação os projetos de Decreto Legislativo Nº 731/2000 e Nº 2300/2009, que previam a convocação de consulta popular sobre o desmembramento do Pará, pode ter sido aprovado com vícios e ter sido abusiva.

INTERESSE

Também é questionado no mandado de segurança o real interesse dos dois parlamentares que propuseram os projetos para elaboração do plebiscito. O PDC Nº 2300/09 é de autoria do senador Leomar Quintanilha (PMDB/TO) e o PDC Nº 731/00 é de autoria do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB/RR). “Ambos não são parlamentares eleitos no Estado do Pará. Partindo do princípio de que o Senado Federal é composto por representantes dos Estados federados, é de se questionar a legitimidade de parlamentares que não vivem a realidade paraense desejarem a divisão do Estado”, acentua a ação movida por Sabino.


Os dois projetos foram aprovados na quinta-feira, dia 5 deste mês, no final da tarde. O deputado alega que o plenário estava esvaziado e a votação foi apenas simbólica. A ação é assinada pelo advogado Diego Castelo Branco e requer que a votação seja anulada e que uma nova votação seja realizada, mas com várias condições: que seja incluída em pauta apenas após a realização do estudo oficial pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre a viabilidade econômico-social dos novos Estados, que seja esclarecida a forma de realização do plebiscito e que a Assembleia Legislativa do Pará seja ouvida após os estudos técnicos.

Sabino considera que a Mesa Diretora da Câmara de Deputados atuou de forma abusiva ao permitir a votação e aprovação dos projetos, através de votação simbólica e sem a ocorrência de estudos técnicos oficiais. Também acredita que é abusivo aprovar um plebiscito sem previsão orçamentária para realização do pleito. “Temos que esclarecer os pontos obscuros do processo”, justifica Sabino.

O deputado afirma que há muitas questões que precisam ser muito bem expostas. Por exemplo, se serão realizados dois plebiscitos - sobre Tapajós e Carajás -, se serão realizados no mesmo dia ou em períodos diferentes e também sobre quem está apto a votar.

“Por si só, já nos leva a questionar a legitimidade desse processo. É preciso respeitar o regimento interno da Câmara Federal, a Lei Complementar que trata da realização de plebiscitos e a Constituição Federal”, ressalta.

Celso Sabino se posiciona contrário à criação de mais dois Estados, alegando que eles não teriam arrecadação suficiente para se manterem, portanto, precisariam de recursos federais para sobreviverem. Segundo Sabino, a economia das duas regiões que pretendem se desmembrar é movida pelo minério e madeira, produtos desonerados para exportação, e a atividade pecuária, que dispõe de diferimento fiscal. (Diário do Pará)

Separação rima com dilapidação e malversação.


Separação rima com dilapidação. Divisão rima com malversação.

Retalhar estados sob a justificativa de que isso é uma saída contra a falta de dinamismo administrativo não passa de conversa fiada de quem está de olho na gastança, que sempre anda junto com a corrupção.

Ao mesmo tempo em que a Assembleia Legislativa do Pará se transforma no palco iluminado de farras com o dinheiro público, a Câmara dos Deputados, em Brasília, resolve aprovar dois projetos de decreto legislativo para a convocação de plebiscito para decidir sobre a criação de novas unidades.

Com a aprovação das matérias, a população do Pará vai decidir se aceita ou não o desmembramento da unidade federativa para a formação de dois novos estados, do Carajás e do Tapajós. A proposta aprovada sobre Carajás será promulgada, enquanto a do Tapajós ainda terá de passar pelo crivo dos senadores.

A aprovação dos dois plebiscitos contou com amplo apoio de parlamentares da base e da oposição, à exceção do PSOL. O líder do partido, deputado Chico Alencar (RJ), foi sintético, objetivo e direto. Ao lembrar que atualmente tramitam no Congresso pelo menos 12 projetos que tratam da criação de novos estados, o parlamentar sentenciou: “É uma falácia achar que a criação de novos estados e municípios fortalece a Federação”.

O parlamentar está certo. Isso é um balela. E os que insistem em propagar essa balela correm do debate quando se lhes contrapõem número e fatos que mostram o despropósito da tentativa de retalhar territórios.

Os adeptos do separatismo preferem fincar os pés naquele surrado argumento de que é preciso conferir às populações o direito constitucional de se manifestarem sobre se querem ou não criar novos estados.

Esquecem os separatistas de buscar elementos consistentes para rebater fatos indicando que a criação de novos estados só interessa a políticos interessados em fortalecer seus currais eleitorais e vitaminar esquemas de poder que mantêm segmentos sociais na mesma exclusão de antes, quando ainda eram governados pelos estados que deram origem aos novos.

Esquemas de poder que vicejam em novos estados são muito parecidos com os que foram postos em prática na Assembleia Legislativa do Pará, nos últimos anos.

Em estados que são criados, a farra com o dinheiro público começa justamente pelo empreguismo desenfreado. Em novos estados, a farra com o dinheiro público embriaga caciques que se regalam com desperdícios que negam, em tudo e por tudo, a alegação repetida intensamente de que o fortalecimento da Federação é facilitada com a criação de novas unidades. Quando novos estados são criados, os caciques políticos tendem a mirar primeiro em seus próprios quintais, em seus próprios currais, de olho nas próximas eleições.

A população paraense precisa, desde logo, ficar de olho nesses aventureiros que estão desbravando caminhos e removendo obstáculos para retalhar o Estado do Pará. Os paraenses precisam, desde logo, ficar atentos para que não se criem condições ideais, adequadas e propícias para ampliar a farra com o dinheiro público, como a que esteve em curso nos últimos anos, na Assembleia Legislativa do Estado. É preciso que os paraenses, mesmo antes desses plebiscitos, se convençam de que, como dito, divisão rima com malversação. (Editorial O Liberal)

Políticos que querem dividir o Pará são alvos de açãos.


Partidários da criação de Carajás e Tapajós, Lira Maia e Asdrúbal Bentes são alvos de ações

Lideranças envolvidas diretamente nas articulações para a criação de dois novos Estados dentro do atual território do Pará têm pendências com a Justiça. A realização de um plebiscito para a criação de Carajás e Tapajós foi aprovada na semana passada pela Câmara dos Deputados e pode permitir que estes políticos tentem candidaturas para cargos de ainda maior expressão, como governadores e senadores.

Um dos principais negociadores na Câmara da aprovação da proposta de plebiscito para a criação de Tapajós, o deputado federal Lira Maia (DEM) é um dos campeões em números de processos no Supremo Tribunal Federal (STF).

Ex-prefeito de Santarém, possível futura capital do novo Estado, ele é investigado ou réu em inquéritos e processos que apuram crimes de responsabilidade, desvio de verbas e irregularidades em licitações.

Em 2009, o plenário do STF aceitou duas denúncias contra o parlamentar. Na primeira delas, ele foi acusado de envolvimento em irregularidades em 24 processos licitatórios para compra de merenda escolar da rede pública de Santarém. Na época dos fatos ele era prefeito do município. De acordo com informações divulgadas na ocasião pelo STF, o suposto superfaturamento teria sido de quase R$ 2 milhões.

No outro inquérito, o deputado foi denunciado por formação de quadrilha e desvio de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). As supostas irregularidades teriam ocorrido também na época em que ele foi prefeito de Santarém.

Lira Maia diz haver motivações políticas nos processos judiciais contra ele. "Todos os processos foram abertos com motivação política, como forma de tentar me descredenciar perante os eleitores numa tentativa de arregimentar algum proveito político em minha região."

No caso da compra de merenda pública, ele afirma que suas contas foram aprovadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Em relação ao outro processo, diz que o caso está sendo analisado pelo Tribunal de Contas.

Reduto eleitoral. Outro defensor da criação do Estado do Carajás, Asdrúbal Bentes (PMDB) também tem pendências na Justiça. Ele foi acusado pelo Ministério Público de oferecer laqueadura de trompas em troca de votos na eleição municipal de 2004. Bentes fez o parecer pela aprovação da proposta na Comissão da Amazônia e foi o deputado mais votado na região do possível Estado nas últimas eleições.

Em 2007, o STF aceitou uma denúncia e determinou a abertura de ação penal. Atualmente, ele é secretário da Aquicultura e Pesca do Pará. A assessoria da secretaria informou que ele estava em viagem e não tinha como localizá-lo para comentar o tema.

A realização dos plebiscitos foi aprovada em uma sessão esvaziada na última quinta-feira após intensa movimentação nos bastidores. Um dos poucos a questionar a forma como a proposta foi aprovada, o líder do PSOL, deputado Chico Alencar (RJ), destaca os interesses de políticos na criação dos Estados e, consequentemente, nos cargos que poderão ocupar. "Esses Estados nascem de uma mistura explosiva entre a necessidade real da população e os interesses subterrâneos de coronéis da região", criticou o deputado. (Eduardo Bresciani e Mariângela Galucci / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo)

Números de um Pará que não para de crescer.


O Pará foi o 6° Estado que mais cresceu e o 9° mais populoso do Brasil, segundo o Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A população do Pará cresceu 1,4 milhão em dez anos. Hoje existem 7.581.051 habitantes no Estado.

Na Região Metropolitana de Belém, quando somadas as populações da capital e de Ananindeua, concentram-se 1.865.379 pessoas. Belém passou de 1.280.614 em 2000 para 1.393.399 em 2010, e é hoje a 11ª maior cidade do país.

Já Ananindeua teve um crescimento de 393.569 para 471.980, quase 100 mil pessoas a mais em 10 anos. Ananindeua é o município que tem também a maior densidade populacional por quilômetro quadrado: 2.477,56 habitantes.

Em Belém, a densidade demográfica é de 1315,27 habitantes por quilômetro quadrado. O município de Altamira tem uma das menores densidades demográficas do país: 0,62 habitante por quilômetro quadrado.

Destaques

Outros sete municípios paraenses aparecem entre os 19 municípios de todo o Brasil que, em 10 anos, dobraram a sua população. São eles: São Felix do Xingu (163,69%), Canaã dos Carajás (144,71%), Ulianópolis (125,12%), Anapú (117,85%), Parauapebas (115,10%), Tailândia (106,32%), Ipixuna do Pará (104,40%).

A população paraense também está mais urbanizada: na década anterior, 66,55% viviam na zona urbana, agora a estimativa é de 68,49%.

Homem X Mulher

A região Norte é a única que apresenta o número de homens superior ao de mulheres (relação de 101,8 para cada 100), sendo que todos os seus estados apresentam também razão de sexo superior a 100%. Nas demais regiões, as razões de sexos são as seguintes: Centro-Oeste, 98,6 homens para cada 100 mulheres; Sul, 96,3 homens para cada 100 mulheres; Nordeste, 95,3 homens para cada 100 mulheres respectivamente; e Sudeste, 94,6 homens para cada 100 mulheres.

Envelhecimento

Diferentemente do restante do Brasil, a população do Pará é bastante jovem, devido aos altos níveis de natalidade no passado. Na faixa etária entre 10 a 14 anos, estão concentrados 836.168 habitantes, sendo 425.547 homens (6%) contra 410.621 mulheres (5,4%). Outro dado interessante é que existem 899 pessoas com mais de 100 anos residindo no Estado, sendo 625 mulheres contra 274 homens.

Pará, uma senhora mãezona!


Muito se tem falado da divisão territorial do Pará. Nas suas manifestações, os grupos a favor e contra, no qual me incluo, têm abordado os aspectos econômicos, políticos, cultural e social, tentando com isso conquistar simpatizantes para a causa. Mas, não vi ainda falar do aspecto comportamental, que é o que caracteriza e diferencia o povo paraense dos demais brasileiros.

O povo paraense, e aqui me refiro não só aos que nasceram neste Estado, está pagando um preço muito alto por ser simpático, receptivo e acolhedor. Não há literatura que registre povo semelhante. Todos que aqui aportam, a maioria sofrida e desesperançada, são recebidos com carinho e a eles é oferecido o que é de melhor da hospitalidade paraoara.

Noutro dia fiquei boquiaberto ao ver até onde vai essa hospitalidade. Ao abrir o jornal Diário do Pará, deparei com uma foto do jogador Tiago Potiguar vestindo uma camisa do Pará. Nada contra o jogador. Lembrei que nos GPs Internacionais de Atletismo realizados em Belém, já se tornou tradição os atletas vencedores carregarem a bandeira do Pará, fato não repetido em outro Estado. Ai pense: Meu Deus! O paraense é capaz de entregar sua bandeira e vestir alguém com seu maior símbolo como demonstração do seu afeto.

É muito fácil conquistar a simpatia desse povo. Nas ruas, ao ser abordado para uma informação, o paraense para e com a maior atenção atende a quem lhe indaga, e às vezes chega a levá-lo até ao local procurado. Na esteira dessa simpatia, elegem-se vereadores e deputados, outros tornam-se empresários e fazendeiros muito poderosos.

O deputado "separatista" Giovanni Queiroz têm afirmado, frequentemente, que com o desmembramento territorial, "O Pará, como Estado-Mãe, não terá sua arrecadação atingida". Realmente o deputado tem razão.

Somente uma mãe, em sua infinita bondade, é capaz de renunciar o que tem em favor dos seus filhos, sejam legítimos ou adotados, gratos ou ingratos. A afirmaçãoé verdadeira, o Pará é uma grande mãezona!

Por fim, antes que perguntem a minha origem, digo que sou um paraense que nasceu em Rondônia.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Diácono assume paróquia em Manaus.


Notícias do diaconado permanente
9/7/2011 - 00:10:07
DIÁCONO VICE-PRESIDENTE DA CND ASSUME PARÓQUIA EM MANAUS

Com grande participação popular, assumiu no último domingo (03), a Paróquia de
Nossa Senhora do Carmo, no bairro da Raiz, o diácono Francisco Salvador Pontes
Filho (Chiquinho), Vice-Presidente da CND.
Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo de Manaus, presidiu a solenidade de posse, que
foi acompanhada por vários diáconos e esposas, candidatos e esposas e muitos
amigo de outras comunidades que prestigiaram o evento.
Em sua fala o novo admnistrador paroquial conclamou o povo para um trabalho
conjunto, onde a participaçào de todos será de grande importância para o bom
andamento dos trabalhos a serem executados nos próximos anos.

Fonte: CND