quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O FILHO DE DEUS?

"O Filho de Deus?
Jesus, Ele próprio, alguma vez disse ser o Filho de Deus?"



Gabriel sabia que Ele era.
E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. (Lucas 1:35)
Satanás sabia que Ele era.
E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. (Mateus 4:3)
Demônios sabiam que Ele era.
E eis que clamaram, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo? (Mateus 8:29)

E também de muitos saíam demônios, clamando e dizendo: Tu és o Cristo, o Filho de Deus. E ele, repreendendo-os, não os deixava falar, pois sabiam que ele era o Cristo. (Lucas 4:41)
Seus discípulos sabiam que Ele era.
Então aproximaram-se os que estavam no barco, e adoraram-no, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus. (Mateus 14:33)
O centurião sabia que Ele era.
E o centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terremoto, e as coisas que haviam sucedido, tiveram grande temor, e disseram: Verdadeiramente este era o Filho de Deus. (Mateus 27:54)
Marcos sabia que Ele era.
Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus; (Marcos 1:1)
João sabia que Ele era.
E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus. (João 1:34)
Natanael sabia que Ele era.
Natanael respondeu, e disse-lhe: Rabi, tu és o Filho de Deus; tu és o Rei de Israel. (João 1:49)
Marta sabia que Ele era.
Disse-lhe ela: Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo. (João 11:27)
O eunuco etíope sabia que Ele era.
E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus. (Atos 8:37)
Paulo sabia que Ele era.
E logo nas sinagogas pregava a Cristo, que este é o Filho de Deus. (Atos 9:20)



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AH, mas você quer as próprias palavras de Cristo???!!! Será você como ESTE povo?
És tu o Cristo? Dize-no-lo. Ele replicou: Se vo-lo disser, não o crereis; (Lucas 22:67)
*** Cristo admitia que Ele era Filho de Deus.
Àquele a quem o Pai santificou, e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas, porque disse: Sou Filho de Deus? (João 10:36)
Jesus concordava com aqueles que clamavam que Ele era o Filho de Deus e o Rei dos Judeus.
63 Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. 64 Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. 65 Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. 66 Que vos parece? E eles, respondendo, disseram: É réu de morte. (Mateus 26:63-66)

Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. (João 18:37)
Jesus clamava ser o "Eu Sou" que existiu antes de Abraão.
Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou. (João 8:58)
Eis porque eles O crucificaram! O sumo sacerdote bem percebeu que Cristo clamou ser o Filho de Deus!
63 Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. 64 Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. 65 Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. 66 Que vos parece? E eles, respondendo, disseram: É réu de morte. (Mateus 26:63-66)
Ele DISSE, àqueles que estavam junto ao túmulo de Lázaro, que Ele era o Filho de Deus.
E Jesus, ouvindo isto, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela. (João 11:4)
Ele clamou ser Um com o Pai.
Eu e o Pai somos um. (João 10:30)
E Ele PROVOU que Ele era o Filho de Deus, ressuscitando da morte.
Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor, (Romanos 1:4)
E agora, CRERÁ você no Filho de Deus, como este homem [logo abaixo]?
35 ¶ Jesus ouviu que o tinham expulsado e, encontrando-o, disse-lhe: Crês tu no Filho de Deus? 36 Ele respondeu, e disse: Quem é ele, Senhor, para que nele creia? 37 E Jesus lhe disse: Tu já o tens visto, e é aquele que fala contigo. (João 9:35-37)
Cristo o acolherá como a um amado ou como a estes [logo abaixo]?
5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. 6 E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. 7 Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho. 8 Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte. (Apocalipse 21:5-8)
Crer ou descrer [em Cristo, tudo que a Bíblia ensina sobre ele] é SUA escolha. VOCÊ ESCOLHE - céu ou inferno.

Jesus é o Filho de Deus. Isto foi testificado por todos esses observadores [acima citados, e pelo infalível Espírito Santo, autor de cada letra das Escrituras], e o próprio Cristo confessou ser [o Filho de Deus. João 9:35-37; 11:4].

A PROSPERIDADE DA ALMA

A Prosperidade da Alma

“Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma”. (III João 2)

Este texto reflete, ao meu entender, não apenas o sentimento do apóstolo João por Gaio, seu amigo e irmão em Cristo, mas revela a vontade de Deus para todos os seus filhos. Jesus ensinou que se nós, que somos maus, sabemos dar boas dádivas aos nossos filhos, quanto mais o Pai Celestial não dará coisas boas aos que lhe pedirem? (Mt.7:11). Assim como um pai terreno deseja o melhor para seus filhos, o Pai Celeste também deseja o melhor para os seus. Paulo declarou aos romanos que se Deus “não poupou a seu próprio Filho, mas por todos nós o entregou, como não nos dará também com ele todas as coisas?” (Rm.8:32). É indiscutível o fato de que Deus quer o nosso melhor. O apóstolo estava dizendo aos cristãos de Roma que se o Pai Celeste deu o que tinha de melhor – Jesus – não há nada que Ele não possa nos dar!

Creio que Deus deseja nossa prosperidade, o melhor para cada um de nós. Mas o que é prosperidade? A Concordância de Strong define a palavra grega traduzida como “prosperidade” (euodoo), da seguinte forma: 1) ter uma viagem rápida e bem sucedida, conduzir por um caminho fácil e direto; 2) garantir um bom resultado, fazer prosperar; 3) prosperar, ser bem sucedido. A palavra também era aplicada no sentido material (I Co.16:2), mas reflete a idéia de ir bem em todas as coisas. Prosperar, portanto, não é só ter necessidades materiais supridas, mas IR BEM na vida espiritual, ministerial, familiar, na saúde e no trabalho.

Deus quer que prosperemos, e nós mesmos desejamos isto. Mas a prosperidade que experimentaremos do lado de fora, nas circunstâncias, está diretamente ligada à prosperidade que provamos do lado de dentro, na alma. João declarou a Gaio:

– “Quero que você seja próspero... como é próspera a tua alma”.

Ou, em outras palavras:

– “Quero que você prospere TANTO QUANTO sua alma é próspera”.

Podemos dizer que se a alma de Gaio fosse pouco próspera, João estaria desejando que ele fosse tão pouco próspero quão pouco próspera era sua alma. Mas sendo ele muito próspero, então o apóstolo então estaria dizendo que gostaria que Gaio fosse muito próspero como muito próspera também era a sua alma.

Entender a prosperidade da alma é um passo importante para se prosperar nas circunstãncias, uma vez que o que provamos por dentro pode determinar a dimensão do que provaremos por fora.

A PROSPERIDADE PODE SE TORNAR EM MALDIÇÃO

Tanto na Escritura Sagrada quanto na história, encontramos exemplos de pessoas que prosperaram exteriormente sem prosperarem interiormente, e o resultado é sempre o mesmo: a bênção acaba se tornando em maldição. Um destes exemplos é o rei Uzias:

“Propôs-se buscar a Deus nos dias de Zacarias, que era sábio nas visões de Deus; nos dias em que buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar”. (II Crônicas 26:5)

Com a bênção de Deus, Uzias alcançou aquilo que, sozinho, não teria alcançado:

“...divulgou-se a sua fama até muito longe, porque foi MARAVILHOSAMENTE AJUDADO, até que se tornou forte”. (II Crônicas 26:15b).

Entretanto, seu coração mudou quando alcançou prestígio e poder. Suas conquistas o levaram a agir de forma errada:

“Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus”. (II Crônicas 26:16)

Porque a prosperidade circunstancial não foi acompanhada da prosperidade de alma, aquilo que deveria ser bom, se tornou algo ruim. E a história de Uzias se repete na vida de muitos outros em nossos dias. Nossas Igrejas estão repletas de histórias de gente que buscou ao Senhor, alcançou o sucesso em sua vida profissional, familiar, ministerial, mas não se deixou prosperar na alma na mesma proporção em que propsperou nestas áreas. O resultado é sempre o mesmo: não souberam lidar com sua nova condição. A fama, o prestígio, a promoção, as conquistas e o dinheiro os levaram a ruína. Muitos terminaram longe de Deus e sem estas coisas, exatamente do jeito que Paulo advertiu a Timóteo:

“Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”. (I Timóteo 6:9,10)

Muitos já enriqueceram às custas de perderem outros valores interiores, inclusive sua própria fé. Este não é o desejo de Deus para nós. Por isso devemos propsperar em nossa alma. Uma alma próspera é aquela que não se prende à ganância e avareza. É despojada do egoísmo e do orgulho. Se uma pessoa está prosperando materialmente mas seu coração se prende ao dinheiro, é porque sua alma não vai bem. É este entendimento que percebemos na oração de Agur:

“Duas coisas te peço; não mas negues, antes que eu morra: afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus”. (Provérbios 30:7-9)

Ele examina sua alma e reconhece dois perigos: o de pela pobreza furtar e quebrar princípios divinos e também o de prosperar e se esquecer de Deus. Se a prosperidade de alguém o privar da comunhão com Deus, então ela se transformou em maldição. A condição de nossa alma pode se tornar um fator limitante para a prosperidade exterior. Assim como um pai não deseja presentear um filho com algo que o prejudique, também o Senhor não deseja nos acrescentar algo que nos afaste de seu propósito.

Mas, se por um lado a oração de Agur reflete o entendimento de que a bênção não pode nos afastar de Deus, por outro não deve gerar em nós o sentimento de que nossa atual condição interior deve servir de limite à prosperidade exterior. Se percebemos um coração que se afastará de Deus com a riqueza, devemos buscar o desprendimento, que é uma das evidências da prosperidade interior.

MUDANDO O CORAÇÃO

A prosperidade não deve ser evitada pelo risco de ser transformada em maldição. Se assim fosse, Deus nunca prosperaria alguém como Uzias. O conselho divino é que policiemos nosso coração:

“...se as vossas riquezas prosperam, não ponhais nelas o coração”. (Salmo 62:10)

Devemos manter nosso íntimo alinhado com os princípios e valores do Reino de Deus, de modo que a prosperidade material não nos leve à ganância, avareza e egoísmo. Não precisamos de uma mentalidade franciscana que foge da riqueza como se este fosse o problema. Devemos permitir que nossa alma seja tratada pela Palavra de Deus e pela ação do Espírito Santo. Assim como não fugimos deste mundo nos trancando num convento para tentarmos nos santificar escondendo-nos do pecado, também não fugimos do dinheiro e da prosperidade para não pecar. Devemos tratar com nosso coração, e nos manter conscientes de qual é nosso maior tesouro.

Algumas pessoas se baseiam na oração de Agur para evitarem a prosperidade. Mas não entendem a essência da oração dele, que é não querer prosperar se isto significa afastar-se de Deus. Se percebemos em nosso íntimo uma inclinação a isto, devemos buscar o trato de Deus e a vitória sobre este tipo de inclinação. Não oro como Agur; peço a Deus que me faça prosperar na alma, que me prepare para prosperar do lado de fora sem que isto se torne um problema.

VENCENDO O EGOÍSMO

Um outro texto que tem sido mal entendido por muitos cristãos é o que fala sobre juntar tesouros no céu:

“Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. (Mateus 6:19-21)

Alguém disse que Jesus ensinou que não podemos ter tesouros aqui na terra, mas não foi isto que ele disse. Ele disse: “não ACUMULEIS para vós tesouros sobre a terra”. Esta palavra traduzida do original grego como “acumular” é “thesaurizo”. De acordo com a Concordância de Strong, significa: “ajuntar e armazenar, amontoar, acumular riquezas, manter em estoque, armazenar, reservar”. Há algo sobre a prosperidade da alma que precisamos entender: ela nos leva a viver acima do egoísmo. O propósito de prosperarmos materialmente não é o de REPRESAR os recursos só para nós, mas o de COMPARTILHARMOS o que Deus nos dá. Devemos ser como o leito de um rio, por onde os recursos sempre passam; não param de entrar mas também não param de sair.

Juntar tesouros no céu é algo que se faz não só investindo no galardão que vem através de se ganhar almas, orar e jejuar, etc. Todas as vezes que o Novo Testamento fala sobre juntar tesouros no céu, envolve algo que a pessoa faz com seus recursos terrenos. O Senhor Jesus disse ao jovem rico para vender seus bens e dar aos pobres, e disse que isto significaria ter um tesouro no céu (Mt.19:21). Muita gente acha que ter um tesouro no céu é não ter nenhum tesouro na terra. Mas, em outro texto bíblico, vemos o princípio de entesourar no céu sem deixar de ter posses na terra; Paulo disse a Timóteo:

“Exorta aos ricos do presente século que... pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida”. (I TImóteo 6:17-19)

Ou seja, uma pessoa não precisa ficar sem tesouros na terra para ajuntar nos céus. Ela tem que aprender a não represar para si, mas transbordar para outros. A razão pela qual muitos não alcançam uma maior prosperidade em Deus é justamente pela mentalidade egoísta de querer represar só para si. Precisamos entender que muitas vezes Deus não vai responder algumas orações que são puramente egoístas:

“Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres”. (Tiago 4:3)

Quando o que a pessoa quer receber de Deus é só para si mesma, isto é visto como desperdício, como esbanjamento. O plano divino é de que transbordemos. O que alcançamos nunca deve ser só para nós mesmos, mas para compartilhar com outros. Foi isto que o apóstolo Paulo ensinou aos efésios:

“Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade”. (Efésios 4:28)

Não podemos ganhar apenas o suficiente para nossas necessidades, mas para suprir a necessidade de outros também (além de contribuirmos com o Reino de Deus). E vencer o egoísmo, criando uma mentalidade de transbordar recursos, é prosperar na alma.

VENCENDO O ORGULHO

Além do egoísmo, um dos venenos que atingem a nossa alma e nos impedem de ser interiormente prósperos, é o orgulho. Paulo mandou Timóteo advertir acerca deste perigo:

“Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento”. (I Timóteo 6:17)

Uma inclinação normal do ser humano é achar que suas conquistas são fruto de seu esforço e habilidade e esquecer da intervenção de Deus. Nabucodonozor foi julgado por isto (Dn.4:29-36). Mas depois de sair de seu estado de loucura, louvou a Deus e falou de como Deus humilha ao que anda na soberba:

“Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos, justos, e pode humilhar aos que andam na soberba”. (Daniel 4:37)

Quando colocou seu povo na terra de Canaã, o Senhor também os advertiu a não se tornarem orgulhosos de suas conquistas:

“Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê”. (Deuteronômio 8:17,18)

A soberba precede a queda (Pv.16:18). Portanto, só poderemos ter prosperidade permanente do lado de fora se nossa alma prosperar vencendo o orgulho e trilhando o caminho da humildade.

VIVENDO A PROSPERIDADE INTERIOR

Passamos a viver a prosperidade interior quando Deus é nosso maior valor, e O colocamos (com seus valores) antes de qualquer outra coisa. Um dos textos bíblicos que melhor reflete este equilíbrio (da prosperidade externa ser proporcional à interna), é a declaração do Senhor Jesus Cristo sobre colocar o reino de Deus em primeiro lugar:

“Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”. (Mateus 6:33)

Se prosperamos espiritualmente, prosperaremos física e materialmente. Que o Senhor nos ajude a alcançar isto!

Davi e sua familia.

INTRODUÇÃO
Apesar de Davi ser um homem segundo o coração de Deus, ele era homem como nós, cheio de qualidades, mas, não perfeito. Veremos que este homem deixou de observar ou vigiar, no tocante a Pessoa de Deus e à sua Palavra, trazendo sobre sua família repentina decepção. Nesta lição veremos as conseqüências do pecado de Davi, não que Deus o estivesse punindo, mas, todo pecado cometido traz suas conseqüências, isso é fato.
A EDUCAÇÃO JUDAICA
Quando o povo judeu saiu do deserto e entrou em Canaã, eles não tinham um sistema educacional organizado. Esse sistema desenvolveu-se à medida que o povo progrediu, sofrendo as influências das práticas das nações circunvizinhas.
No inicio, portanto a educação estava centrada no lar. Era responsabilidade da mãe educar os filhos e filhas até os três anos de idade (provavelmente até o desmamar). A partir dos três anos de idade, os meninos aprendiam a lei com o pai, e os pais ficavam também responsável por ensinar um ofício aos filhos. Um rabino disse certa vez: “ um pai que não ensina ao filho um ofício útil está educando-o para ser ladrão”. Jesus não só era filho de carpinteiro (Mt 13.55), mas também o era (Mc 6.3).
Isso explica porque existiam grupos de trabalhadores em linho e oleiros morando no mesmo lugar (I Cr 4.21-23). As meninas podiam vir a ter uma profissão, trabalhando talvez como parteiras (Ex 1.15-21) e cantoras (Ec 2.8). A educação era basicamente religiosa, capacitando as crianças a compreenderem a natureza de Deus pelo que Ele fizera e o que Ele exigia na lei. Deuteronômio 6 é uma passagem-chave: as palavras do shema (credo): “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás pois o Senhor teu Deus de todo teu coração, e de toda a tua alma, e com toda tua força (vv.4,5), deviam ser ensinadas, discutidas, usadas na adoração para declarar simbolicamente que elas faziam parte da mente e da conduta, e usadas como um lembrete toda vez em que se entrava ou saía de casa (Dt 6.4-9; ver Sl 121.8).
As crianças eram estimuladas a fazer perguntas sobre as festas (Ex 12.26; Dt 6.20-25), mostrando-lhes objetos que desconhecessem (Ex 13.14,15; Js 4.6), assim se tornava natural ensiná-las sobre os atos de Deus. Quando os santuários começaram a fazer parte da vida do povo judeu, é bem possível que as pessoas que trabalhavam neles tivessem começado a prover algum tipo de educação formal. Samuel estava sendo ensinado por Eli, sacerdote de Silo (I Sm 1.24). O próprio Samuel estabeleceu uma escola de profetas em Ramá (I Sm 19.18-21), e algumas escolas teológicas vieram a surgir mais tarde (2 Rs 2.5-7; Is 8.16). Essa a origem da prática de chamar o sacerdote de “pai”, este exercia a função de pai ao ensinar as crianças (2 Rs 2.3,12).
Essa era a maneira dos judeus educarem seus filhos, não conhecemos outra forma de se transmitir o conhecimento e a tradição que não fosse essa mencionada. Um fato complicador, no entanto, era a cultura pagã existente nas nações circunvizinhas, fato que exigia muito cuidado dos pais na criação dos filhos.
Se analisarmos a educação dos hebreus fundamentada na lei de Deus, podemos concluir que uma criança bem ensinada jamais esqueceria as leis de Deus as quais norteariam toda sua vida. Mas, não são esses princípios que vimos na vida dos filhos de Davi.

POSSIBILIDADES DA DESTRUÍÇÃO DA FAMILIA DE DAVI
Agora podemos imaginar duas situações:
1. Davi negligenciou de fato, não ensinado a lei de Deus para os seus filhos como era comum ao povo judeu;
2. Não foi falta de ensinar a lei para os seus filhos; foi o fruto da semente que ele mesmo plantou.

Este é o momento de refletir muito sobre: Como vai o nosso lar, no que se refere a educação dos filhos, bem como suas vidas espirituais.
Mas, quero enfatizar a responsabilidade e influência espiritual dos pais sobre os filhos.

De acordo com o texto (2 Sm 12.1-15) deixa claro que o problema na família de Davi teve seu nascedouro no mundo sobrenatural, ou seja, foi conseqüência do pecado do sacerdote do lar, quando este desprezou o próprio Deus e sua Palavra. ... porquanto me desprezaste; .... Por que, pois, desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o mal diante dos seus olhos? (2 Sm 12.5,9).

O pecado que Davi foi tão grave que era digno de morte. ... e disse a Natan: Vive o Senhor, que digno de morte é o homem que fez isso (2 Sm 12.5).
Davi não morreu fisicamente, mas recebeu uma sentença dolorosa “Agora, pois, não se apartará a espada jamais da tua casa, porquanto me desprezaste, e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para que te seja por mulher” (2 Sm 12.10). A base espiritual da sua família a partir de então estava ameaçada, talvez alguém pode questionar “mas quem pecou foi Davi, ele tinha que sofrer só, os seus filhos não deveriam sofrer junto com ele”, é um pensamento aceitável a princípio, mas, não podemos esquecer da justiça e soberania de Deus, não devemos analisar os filhos de Davi isoladamente, mas sim num todo - uma família.

Davi destruiu a família de um servo fiel e simples, “E disse Urias a David: A arca, e Israel, e Judá ficam em tendas; e Joab, meu senhor, e os servos do meu senhor, estão acampados no campo; hei-de eu entrar na minha casa, para comer e beber, e para me deitar com minha mulher? Pela tua vida, e pela vida da tua alma, não farei tal coisa ”(2 Sm 11.11). Assim como ele destruiu um lar premeditadamente, recebeu com a mesma moeda, não significa que Deus não havia o perdoado.
Dizem que o pecado pode ser comparado como “um prego que estava em uma tábua; que após ser tirado do seu lugar, o orifício onde estava permanece”.

A TRAJETÓRIA DA DESTRUÍÇÃO NA FAMILIA DE DAVI

Cap 12-15.
Deus envia Natã para revelar seu pecado (1-7);
Morte da criança (18), para lhe mostrar o salário do pecado (Rm 6.23);
Sofreu a vergonha do incesto, dos seus filhos, Tamar e Amnom (13.1-23), para lhe lembrar da podridão moral que ele mesmo semeou (11.4);
Morte de Amnom (13.28-29), para lhe lembrar a morte de Urias (9; 11.15);
Sofreu usurpação do trono pelo seu próprio filho, Absalão (15. 1-18), para lhe lembrar que usurpou o lugar de Urias (11.3);
Sofreu a vergonha e afronta quando Absalão coabitou com as suas concubinas (16. 21-22), para lhe lembrar o que ele fez à mulher de Urias (11.2-4);
Morte traiçoeira de Absalão (18. 12-15), para lhe lembra a traição na morte de Urias (9; 11.14-17);
Surgimento de praga (24.10-17), para lhe lembrar o seu orgulho e torná-lo humilde.

As falhas de Davi refletiram sobre suas mulheres e na educação de seus filhos. Nada fez para corrigir Amnom, que pela lei deveria ser morto (Lv 18.29), o que foi cumprido indiretamente, por Absalão. E quando Absalão mata Amnom, persegue-o por longos meses, estabelecendo uma discriminação entre seus filhos, o que agrava no futuro, tanto na vida política como a doméstica de Davi.

CONCLUSÃO
Vimos que o lar não pode subsistir sem uma boa educação, os filhos não podem viver sem o acompanhamento dos pais. Mas, ficou claro pra nós que a fidelidade do sacerdote do lar e a sabedoria da esposa, são imprescindíveis para se ter um lar bem estruturado e cheio das bênçãos de Deus.

Encontro com catequista

Encontro com os Catequistas
Paróquia Sagrado Coração de Jesus
Dia: 14/11/09 - Hora: 15h30min
Público alvo: jovens adolescentes
Local: Salão Paroquial


Texto: Filipenses 3,13-14 “Irmãos, consciente de não tê-la conquistado ainda, só procuro uma coisa; esquecendo o que fica para trás, lanço-me em perseguição do que fica para frente. Corro para a meta, para o prêmio celeste, para Deus que, nos chama em Cristo Jesus”.

Paulo não andava a “ermo”, por acaso, sem saber o que fazer nem para onde ir. Ele possuía objetivos definidos. Veja o que diz: “... lanço-me em perseguição do que fica para frente”. Ele tem por fim, por meta, escopo: “o céu, o prêmio celeste”.

Vamos refletir: Qual o seu objetivo? O que você busca na sua vida enquanto filho (a), estudante, catequista, discípulo missionário? O que você procura no seu ministério?

Paulo deixa tudo muito bem claro: “esquecendo o que fica para trás...”. Dor, sofrimento, perseguição, injustiça, prisão, etc. O missionário não deve parar diante das dificuldades no seu ministério. Veja o que fala Deus a Josué.
(Josué 1,2) “Moisés meu servo, morreu. Agora te levanta! Atravessa este Jordão tu e todo este povo para a terra que dou aos israelitas”.

O que aprendemos aqui: Atitude, coragem, alegria, diante das adversidades. Levantar-se, colocar-se de pé, ereto e caminhar e não ficar se lamentando porque as coisas não saíram do jeito que eu queria ou havia planejado.

Vejamos o que nos diz o Documento de Aparecida nas páginas 24 e 25.
“Ser cristão não é uma carga mais um dom... a alegria do discípulo é antídoto frente a um mundo atemorizado pelo futuro e oprimido pela violência e pelo ódio... a igreja deve cumprir sua missão seguindo os passos de Jesus e adotando suas atitudes”(conf. Mateus 9,35-36).

Veja o que diz o evangelista São João 5,17. “Meu Pai trabalha até agora e eu trabalho também”

O catequista, o missionário, evangelizador, deve lutar para alcançar os seus objetivos. Manter-se acima da média, não pode ter medo, mas ser corajoso, alegre e determinado naquilo que faz jamais ter medo de desafios, pois a vida é feita de desafios.

Veja o que nos aconselha São Paulo em 1 Cor. 15,58. “Irmãos bem amados, sede firmes, inabaláveis, fazei incessantes progressos na obra do Senhor, sabendo que vosso trabalho não é inútil no Senhor”.

“Fazei incessantes progressos...”. Isso significa estudar mais, trabalhar mais, preparar-se não somente para ser bom de conteúdo, mas, para ser um exemplo, um bom profissional, excelente cristão, ótimo catequista. Buscar mais a Deus através da oração, da leitura da bíblia e da participação na eucaristia.

Vamos refletir: Tenho progredido no meu ministério? Tenho estudado mais a palavra de Deus? Buscado a oração? Alimentado minha alma com a eucaristia?

Com relação em progredir na Palavra de Deus, vamos novamente ao Documento de Aparecida paginas 115 e 116. Diz o documento: “... é condição indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. Por isso, é necessário educar o povo na leitura e na meditação da Palavra: que ela (Palavra) se converta em seu alimento para que, por experiência própria, vejam que as palavras de Jesus são espírito de vida (conf. João 6,63). Do contrário, como vão anunciar uma mensagem cujo conteúdo e espírito não conhecem profundamente?

Diz o Salmo 119, 130. “A descoberta da tua Palavra ilumina e trás discernimento...”

O mesmo Salmo também orienta os jovens para buscarem o caminho da pureza. Veja o que diz o versículo 9. “Como um jovem conservará puro o seu caminho? Observando a tua Palavra”.

Em relação à oração diz o texto de 2 Cor. 11,27. “... fadigas e duros trabalhos, numerosas vigílias, orações, fome e sede, múltiplos jejuns, frio e nudez”.

Paulo era um homem de oração. Ele não permitia que o trabalho como tecelão, sua atividade profissional, interferisse no seu trabalho missionário, na sua intimidade com Jesus através da oração.
Atentem bem para o texto: “numerosas orações”.

Vamos refletir: Como é a minha oração? Quanto tempo eu tiro para rezar? Minhas atividades do dia-a-dia interferem na minha oração, me afastam da oração? Tenho participado de vigílias?

Observem que, Jesus que é Jesus, o próprio Filho de Deus, não tomava nenhuma atitude, não fazia nada sem antes entrar em comunhão com o Pai através da oração. Ele fazia uma oração de intimidade, chamava o Pai de Abba – que quer dizer, ‘paizinho’.

Vejamos este texto de São Mateus:

Mateus 14,23 “Depois de despedir o povo, subiu, sozinho no monte para rezar”. Encontramos aqui: intimidade, privacidade, unidade, unicidade, ou seja, eles estão forjados, colocados, introduzidos um no outro. “Eu estou no Pai e o Pai está em mim”

O progredir na eucaristia: A eucaristia é o ápice, o ponto mais alto da vida do cristão. Ao comer e beber o corpo e o sangue de Cristo consagrado, o cristão come e bebe a vida do próprio Cristo.
(João 6,56) “Quem come a minha carne e bebe do meu sangue, vive em mim e eu nele”. Encontramos aqui a união íntima do discípulo com o mestre, a união permanente do crente com o Cristo salvador.

Catequistas, é preciso entender que, Jesus é uma realidade a ser interiorizada, internalizada (viver em mim e eu nele). Essa comunhão íntima, existencial entre o discípulo e o mestre deve produzir harmonia entre os dois através da eucaristia.

Vamos refletir: Tenho vivido esta harmonia, esta comunhão intima existencial com o Cristo através da eucaristia?
Tenho comungado o corpo e sangue de Cristo eucarístico com que freqüência?

Voltemos ao Documento de Aparecida agora na página 276. “Daí a necessidade de dar prioridade nos programas pastorais à valorização da Missa dominical. Temos de motivar os cristãos para que participem dela ativamente e, se possível, melhor ainda com a família. A assistência dos pais com seus filhos à celebração eucarística dominical é uma pedagogia eficaz para comunicar a fé e um estreito vínculo que mantém a unidade entre eles. O domingo significou ao longo da vida da Igreja, o momento privilegiado do encontro das comunidades com o Senhor ressuscitado... o encontro com Cristo na eucaristia suscita o compromisso da evangelização e o impulso à solidariedade: desperta no cristão o forte desejo de anunciar o evangelho e testemunhá-lo na sociedade para que ela seja, mais justa e humana... só da eucaristia brotará a civilização do amor...”

Atenção para o que vai dizer Paulo agora: (1 Cor. 11,29) “Aquele que come e bebe sem discernimento o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação”.

Para evitar essa condenação, cada qual deve examinar a si mesmo. Esse alto exame permite que nos reconheçamos como membros do corpo de Cristo, sua própria igreja.

Vamos refletir: Tenho feito esse alto exame, esse censo crítico de mim mesmo? Tenho comungado o corpo e o sangue de Cristo com discernimento ou tenho comungado de forma banal a buscar a minha própria condenação?
(quantos contra testemunhos dentro da família, no trabalho, na escola, na pastoral, no grupo, movimentos e serviços da Igreja).

Precisamos aprender com Paulo. (1 Cor.11,1) “Sede meus imitadores como eu mesmo sou de Cristo”
Em 1 Cor. 10,31 diz Paulo: “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer coisa, fazei para a gloria do Senhor”.

Vamos refletir: Tenho feito, realizado as obras do Senhor, ou tenho buscado as minhas obras o meu eu, o meu egoísmo, o meu individualismo, egocentrismo.
Tenho procurado: “Glórias para mim?” ou tenho dado “glórias a Deus com o meu ministério?”.

Sabe o que costumamos dizer: “Imita você ao Cristo”, “faz você o que o Cristo fez”. Com Paulo a coisa foi diferente. É como se ele estivesse falando hoje a todos nós: “Pode me imitar, imita a minha vida, pratica o que eu pratico, porque eu Paulo, imito na prática a vida do Cristo, eu vivo aquilo que o Cristo viveu”.

Vamos refletir: “Qual a sua prática de vida? Você é modelo cristão? Você é cristão que atrai ou repeli ao irmão?

Muito cuidado com a soberba da vida. Cuidado com o jogo do querer mostrar quem você é. Tem gente usando a graça, o poder de Deus para mostrar quem ela é, e não para mostrar a graça e o poder de Deus, cuidado.

Tem gente que quer mostrar que é: Mais santo que o outro, mais piedoso que o outro, mais capaz que o outro, está em um nível superior ao outro, mostrar que só ela pode profetizar que o Espírito Santo é superior nela, quer ser reconhecido, chamar a atenção de todos, C U I D A D O com a soberba da vida.

Cuidado com o jogo do mostrar quem você é. Vejamos o Salmo 119,37. “Desvia meus olhos do fascínio da vaidade, faze-me viver em teus caminhos”.

Vamos terminar refletindo: O que eu estou fazendo aqui? Foi o chamado de Deus que me trouxe aqui, ou estou porque o namorado ou a namora veio e eu não quero que os ‘gaviões dêem em cima dela ou dele? Estou aqui porque quero viver meu batismo ou por vaidade, para aparecer, mostrar quem sou? É o que quero para minha vida? Este é o meu objetivo a ser buscado? Quero ser catequista ou só aparecer para os brotos?

(Filipenses 3,13-14) “Esquecendo o que fica para trás, lanço-me em perseguição do que fica para frente”.


Diácono Luiz Gonzaga
diaconoluizgonzaga@gmail.com

ESBOÇOS PARA REFLEXÃO

ESBOÇOS PARA REFLEXÃO

Maturidade espiritual como obtê-la.

1) Rejeitando as coisas infantis: 1 Cor. 13,13
2) Cultivando o entendimento: 1 Cor. 14,20
3) Perseguindo o ideal cristão: Ef. 4,13
4) Vencendo a tentação: 1 Jo. 2,14

Devemos crescer no conhecimento:

1) De Deus: Col. 1,10
2) De sua vontade: Col. 1,9
3) De seu amor: Ef. 3,19
4) De seu poder: Fil. 3,10
5) De sua glória: 2 Cor.4,6
6) De seu propósito: Jô. 16,13

Mudanças por que passa o cristão:

1) De parentela: Jô.1,12
2) De coração: Hb. 10. 16-22
3) De mente: Ef.4,24
4) De vida: Rom. 6,4
5) De condição: Rom. 5,1

Deveres especiais dos pais:

1) Ensinar os filhos: Dt. 6,7
2) Treinar: Prov. 22,6
3) Prover: 2 Cor. 12,14
4) Criar: Ef. 6,4
5) Controlar: 1 Tim. 3,4

“Saia da posição de vítima”. Quem se coloca na posição de vítima, atribuindo à responsabilidade do que lhe aconteceu a alguém de fora ou a eventos externos, deverá se responsabilizar pelas conseqüências de se colocar nesse lugar.
A escolha é livre, mas, a semeadora não. Para cada causa existe um efeito e não há como escapar dessa lei universal.
Quem planta manga não pode colher açaí. Porque não escolher fazer escolhas proativas (a favor), assumindo o lugar de agente da própria vida?
Ao fazer isso, você deixa de ser aquele que reage ao que vem de fora, para ser alguém que observa e escolhe a melhor atitude a ser tomada.
A diferença entre permanecer no papel de vítima, sonhando com uma solução mágica que virá de fora e assumir a força interior que tem dentro de você, aprendendo a exercitar a capacidade de fazer as melhores escolhas, é a diferença entre, permanecer no quarto escuro e fechado, chorando a escuridão e a de abrir as portas a as janelas e deixar a luz entrar.
Nesta vida temos o poder de construir e de destruir. É preciso definir se eu construo ou destruo.
Para isso é necessário tomarmos atitudes condizentes com a situação em que estamos passando. Quem quer fazer o bem, mas não o pratica, está gerando conflito em sua mente.
Quando as nossas atitudes, nossas práticas de vida, nossos pensamentos fluem do coração, podemos operar verdadeiros milagres em nossas vidas. Portanto deixe de se fazer de vítima e A T I T U D E J Á. Coragem!
Entenda isso: Deus nunca desiste de você, nunca para de olhar para você, ele nunca muda os seus planos para você. Deus nunca para de acreditar em você, de que você é capaz sim.
Lembre-se disso constantemente, Deus vê algo dentro de você que o mantém estimulado e envolvido. É algo que mais ninguém pode ver.
DESCUBRA A SUA GRANDEZA. Pare de procurar a aprovação de outros. Deus está vendo algo dentro de você que outros não podem ver, se recusam a ver, e talvez nunca o vejam.
Não ocorra atrás de pessoas que não descobriram sua grandeza o seu tesouro. Você possui um tesouro fora do comum. É invisível, mas irrefutável. Veja 2 Cor. 4,7.
“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós”.
Deus sabe disso, Ele o criou. Ele sempre soube do propósito invisível para o qual você foi criado.



Diácono Luiz Gonzaga (Arquidiocese de Belém/PA.)
diaconoluizgonzaga@gmail.com.br

O pecado e suas consequencias

“O pecado e suas conseqüências”

Vamos primeiro conceituar o que é o pecado para depois falar das suas conseqüências.

O que é o pecado? É a transgressão da Lei. É rebelião, errar o alvo, é andar em desacordo com os princípios divinos.
(1 João 3,4) “Quem comete pecado, transgride também a lei, porque o pecado é a transgressão da lei”.

Temos quatro áreas de atuação do pecado, da transgressão da Lei Divina. Vejamos quais são:

1)- O homem peca quando transgride as normas estabelecidas por Deus em relação ao Criador.
Ou seja: Quem crê em Jesus não é condenado, mas, quem não crê transgride a Lei Divina e está condenado.
(João 3,18) “Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Único de Deus”. (1ª transgressão da lei: “Não crer em Deus”).

2)- O homem peca quando transgride as normas estabelecidas por Deus em relação a seu próprio corpo.
Ou seja: Se alguém destruir o Templo de Deus (corpo), Deus o destruirá.
(1 Cor.3,16-17) “Não sabeis que sois Templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destrói o Templo de Deus, Deus o destruirá, porque o Templo de Deus é Santo e esse Templo sois vós”.(2ª transgressão da Lei: “Destruir seu corpo que é Templo do Espírito Santo).

3)- O homem peca quando transgride as regras de Deus em relação ao seu semelhante.
Ou seja: Devemos amar ao próximo como a nós mesmo.
(Mateus, 22,39) “Amarás ao próximo como a ti mesmo”. (3º transgressão da Lei: “Não amar ao próximo como a si mesmo”).

4)- O homem peca quando transgride as regras de Deus em relação a natureza.
Ou seja: Quando destrói a natureza por ganância ou maldade. Deus criou as plantas, os animais e as ervas para o mantimento do homem. Podemos matar os animais para a nossa subsistência e não por maldade ou ganância de lucros.
(Gênesis,1.29-30) Deus disse: “Eis que vos dou todas as plantas que produzem sementes e que existem sobre toda a terra e todas as árvores que produzem frutos com sementes para vos servirem de alimento. E todos os animais da terra, todas as aves do céu... para seu alimento” e assim se fez. (4ª transgressão da Lei: “Destruição da natureza”).

Já vimos o que é o pecado e as suas transgressões. Agora vamos ver: “A origem do pecado”.

O pecado originou-se no coração de Lúcifer, quando ele intentou, planejou, teve o orgulho de ser igual a Deus.
(Ezequiel 28,15) “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que, se achou pecado em ti”. O pecado do orgulho de ser igual a Deus.
Outro texto: (Ezequiel 28,2) Assim diz o Senhor Deus: “Porque teu coração tornou-se orgulhoso... tu, porém não é um deus, mas, pensastes ter a mente igual de Deus”.

O grande problema é que Lúcifer não estava satisfeito em ser o querubim ungido (anjo investido de autoridade) para proteger o Éden.
Lúcifer era formoso e sábio. Ele habitava entre pedras preciosas no Éden, o Jardim de Deus.
(Ezequiel 28,13-14) “No Éden, no Jardim de Deus te achavas. De todo tipo de pedra preciosa era o teu manto: cornalina, topázio, berilo, crisólito, ônix, jaspe, safira, granada e esmeralda. Teus engastes foram trabalhados em ouro preparados no dia em que foste criado. Como um querubim protetor eu te havia colocado”.

Ocorreu então que, por sua rebelião e egoísmo, Lúcifer foi expulso do Éden, o Jardim de Deus, do céu, dando origem ao pecado e levando consigo um grande número de anjos.
(Apoc. 12,9) “Foi expulso o grande dragão, a antiga serpente chamado de diabo ou satanás, sedutor de toda a terra habitada, foi expulso para a terra e seus anjos foram expulsos com ele”.

Temos aqui três nomes: “grande dragão”, “antiga serpente” e “sedutor da terra”. Ou seja: Temos com três nomes, aquele que, usa sua tática, sua artimanha e sua força para enganar, seduzir, mentir para os filhos de Deus. Ele faz isso porque é mentiroso e inimigo da verdade.
(João 8,44) “... ele era homicida desde o princípio, não se manteve na verdade porque nele não há verdade. Quando diz mentiras fala sua própria linguagem porque é mentiroso e pai da mentira”.

O que aprendemos aqui: Satanás, diabo, cramulhão, encardido, grande dragão, sedutor da terra, capeta..., é sempre em adversário de Deus, pois, seduz o homem com mentiras. Ele é o agente e origem do pecado. Foi ele quem, com mentiras, provocou a queda do homem. Cuidado, ele é astuto.

“A queda do homem”: Destituído de todos os privilégios celestiais, Lúcifer, achou no homem a obra prima de Deus, a maneira de se vingar de Deus – Criador.
Dessa forma, arquitetou um plano para levar Adão e Eva a desobedecerem à ordem divina ao darem ouvidos a suas palavras enganosas, mentirosas, sedutoras. Adão e Eva cederam ao engano, astúcia, dedução de satanás. Ver: Todo capítulo de Gênesis 3/ Romano 5,12-19.

O princípio fundamental do pecado é o egoísmo, o meu “EU” e a rebelião contra Deus. Na queda do homem, o diabo ou como queira chamar, apelou para tudo que poderia despertar o egoísmo e a rebelião de Adão e Eva. Ele seduziu, mentiu e eles acreditaram na mentira de satanás de que poderiam ser iguais a Deus e assim conhecer o bem e o mal. Ver: (Gênesis 3,4-5)

Conhecer o bem e mal, significa: A totalidade do conhecimento. Mas ao tentar obter a totalidade do conhecimento, o homem entra em conflito com Deus. O homem não pode pensar como Deus. O homem não entende os desígnios de Deus.
Leia o que diz Paulo na carta aos Romanos 11,34. O homem é criatura, portanto, tem que ser submisso a Deus. Ver: Tiago, 4,7.
Ouço muito as pessoas dizerem: “Fui tentado por Deus”. MENTIRA. Veja o que diz Tiago em 1, 13. Deus respeita o livre arbítrio do homem. Deus dotou o homem de capacidade de escolha. Por ter o homem escolhido o mal, entra o pecado no mundo.

Plantando aquela árvore no Éden e proibindo o casal de saborear o seu fruto, Deus estava dando ao homem a possibilidade de servi-lo espontaneamente, escolher obedecer às ordens dadas por Deus.
A vontade de Deus é que Adão e Eva escolhessem o melhor.

Mas respeitando o livre arbítrio do homem, sua liberdade de escolha, Deus sempre deixa a escolha de obedece-lo ou não a critério do homem. Ver: Deuteronômio 11,26-29.
A razão da queda do homem foi tão somente em conseqüência da sua escolha errada, preferindo a sedução de satanás a escolher Deus.
Refletir: Será que não estamos fazendo escolhas erradas? Será que não estamos nos deixando seduzir por satanás? Será que não estamos preferindo satanás a Deus?

A bíblia diz que, pelo primeiro homem, Adão, entrou o pecado no mundo (Romanos 5,12). Agora por ser a humanidade descendente de Adão, todo ser humano já nasce em pecado, o pecado original, que somente o batismo é capaz de tirar. Ver: Salmo 51,6 e Provérbios 28,13.

O pecado é responsável por toda espécie de miséria e condenação humana. Com essa natureza pecaminosa, o ser humano comete atos pecaminosos cada vez mais claros contra Deus e o seu próximo (violência sem freio, famílias destruídas...)

“Conseqüências do pecado”: 1)- O pecado cauteriza a mente. O pecado extirpa, ou seja, destrói a mente do homem. O homem torna-se insensível e sem afeto natural. O pecado tem o poder de entorpecer, debilitar a consciência da pessoa. Ver 2 Timóteo 3,1-3.

2) – O pecado impede a prosperidade: A pessoa que peca, nuca prospera em nenhuma das dimensões da prosperidade. Física, material e espiritual. Não consegue concluir nenhum projeto em sua vida. Ver Salmo 107,17.

3 ) O pecado afasta o homem de Deus: O homem afastado de Deus fica à mercê das desgraças, dos seus próprios vícios e prazeres. Ver Isaias 59,1-2. O afastamento de Deus nos leva a sermos escravos dos vícios, mentiras, orgulho e prazeres desregrados (hedonismo). Ver Judas 1,7

4)- O pecado leva a morte: A morte eterna que é a separação definitiva de Deus. Ver Romanos 3,23.

Qual então o remédio para o pecado? ARREPENDIMENTO/CONFISSÃO E DEIXAR DE PECAR.

Arrependimento: Este é o primeiro passo para a salvação. Arrependimento dos pecados cometidos, das transgressões e rebeliões que fazemos contra Deus. É mudar na mente e no coração de forma sincera. Ver Atos 3,28.

Confissão: Além do arrependimento é necessário, confessar os pecados cometidos. É necessário, admitir o erro e confessa-lo com a própria boca. Ver: 1 João, 1,9.

Deixar o pecado: É preciso, abandonar o pecado, não continuar no erro. Ver: João 8,10-11.

Jesus que insistir em nós, por isso diz a mulher adúltera, como diz a cada um de nós: “Vai e não peques mais”.
Jesus quer nos conquistar e não nos destruir. O verdadeiro amor de Jesus por nós faz com que Ele nunca desista de nós, por mais que nós no dia a dia o decepcionamos.

Jesus não tem medo de perder o que tiramos dele, sua paciência. O que Ele tem medo é de nos perder para o mundo, para sedução de satanás, pela liberdade de escolha que nos dá.
Qual a sua escolha?

diaconoluizgonzaga@gmail.com

Reflexão: Marcos 6,30-34

Reflexão: Marcos 6,30-34

“Os apóstolos voltaram para junto de Jesus e lhe contaram tudo que tinham feito e ensinado. Jesus lhes disse: ‘Vinde vós sozinhos para um lugar deserto e repousai um pouco’. Pois eram tantos os que iam e vinham, que eles não tinham tempo nem para comer. Eles partiram de barco para um lugar deserto e afastado. Mas, vendo-o partir, muitos compreenderam para onde iam, e de todas as cidades foram a pé e chegaram antes deles. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão de povo e sentiu compaixão dele, pois eram como ovelhas sem pastor. E se pôs a ensinar-lhes muitas coisas”.

Diz o texto de Marcos: “Os apóstolos voltaram para junto de Jesus e lhe contaram tudo o que tinham feito e ensinado”.

Os discípulos retornaram da missão (tinham saído de 2 em 2 para pregarem, anunciarem a boa-nova do evangelho e expulsarem demônios além de realizarem muitas curas e libertação espiritual) e agora é chegada a hora de prestarem contas a Jesus. Sendo assim, eles fazem junto ao Cristo, uma avaliação do ‘trabalho’ que realizaram.

Reflexão: Fazemos uma avaliação semanal, quinzenal ou mensal do nosso ‘trabalho’ para Jesus? Como é esta avaliação: individual ou em grupo? Ou não paramos para nos avaliar e vamos tocando o nosso trabalho sem essa preocupação?

Reparem que, é o próprio Jesus quem convida os discípulos para irem a um lugar deserto, separado do meio do povo, a fim de ficarem a sós para descansarem e fazerem a avaliação do ‘trabalho’ realizado. Ocorre entre eles uma espécie de retiro. Diz o texto:
“Vinde vós sozinhos para um lugar deserto e repousai um pouco”.

Reflexão: Quantas vezes no mês ou no ano eu me retiro para esse encontro pessoal com Cristo? Quanto tempo eu tiro para ficar sozinho (a) com Jesus e fazer uma avaliação da minha vida, do meu matrimônio, do meu papel de pai, mãe, filho (a), do meu papel de cristão? Quanto tempo eu tiro para repousar a minha cabeça sobre os ombros de Jesus?

Jesus observa a situação do povo. É uma situação insuportável. O povo renegado, desprezado, marginalizado, deixado de lado.
“Eram como ovelhas sem pastor”.

Reflexão: Como tem sido o meu papel de pastor da minha família? Tenho cuidado do meu rebanho (minha família)? Tenho guiado este rebanho para os prados e campinas ou não ligo a mínima para o rebanho?

É importante lembrar que, não basta fecundar um filho (a) e colocar no mundo sem dar ao filho (a), uma formação, educação, socialização. A sociologia diz que “a família é a primeira agência socializadora da vida da pessoa”, ou seja: a família tem o dever o papel de transmitir todos os valores, éticos, políticos, sociais, cristão para os seus membros e isso é papel dos ‘pastores da família’. Não podemos deixar nossos filhos, nosso ‘patrimônio’ sem rumo, direção, cada qual se virando sozinho. Observem o que Jesus diz:
“Jesus viu uma grande multidão e sentiu compaixão deles”.

Queridos (as) somos chamados a cuidar um dos outros, a atendermos as necessidades dos necessitados. Compaixão é: colocar-se no lugar do outro, sentir a dor e necessidade do outro é colocar-se na pele e na vida do outro. Não basta somente ter pesar, tristeza. Compaixão me leva a atitudes concretas, prática. Vejamos o que diz Tito 3,14.
“Aprendam a exercitar as boas obras para atenderem as necessidades urgentes”.

Meus irmãos, a fome não espera. Quantos necessitados e nós desperdiçando comida. Quanta coisa em nossas casas que não usamos mais e que podem servir aos necessitados (desde que esteja em boas condições é claro).
E quanto a moradia, saneamento, saúde, educação, quantos necessitados que são abandonados por aqueles que deveriam cuidar, zelar por eles.

Segue o texto de Marcos dizendo: “Havia tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer”.

Observem que: Os discípulos pelo menos têm o que comer o que lhes falta é tempo para se alimentarem. Já a multidão não tem o que comer. Diz o texto: “os necessitados são muitos”.

É a multidão com fome de pão, com fome da palavra de Deus, com fome de carinho, acolhida, amor. Multidão com fome de ser aceita, reconhecida como “filhos de Deus” que busca a sua dignidade.

Multidão que não tem nada. Onde morar, o que comer vestir. Multidão que não tem a onde buscar saúde, qualidade de vida.
Onde estão os ‘pastores’ deste povo?”Onde estão aqueles que foram colocados para ‘servir o povo’? O que estão fazendo?

Será que estão pastoreando seus salários milionários para dentro de suas vultosas contas correntes em paraísos fiscais?
Será que estão ‘guiando’ seus salários para benefícios próprios?

Cabe a cada um refletir: Quem é que você ajuda? De quem é que você tem compaixão? A quem você estende a mão?

Diz o Livro de Atos 20,12: “Os mortos serão julgados segundo as suas obras, segundo as obras que estavam escritas no livro”.

Reflexão: Como anda as suas obras, as suas realizações a favor dos necessitados? Você tem escrito a sua vida no livro das boas obras?


Diac. Luiz Gonzaga (Arquidiocese de Belém/PA).
diaconoluizgonzaga@gmail.com